Clique na imagem e vá direto nas fotos


Animecon 2002 - a maior convenção de animação japonesa do Brasil
Demorou, mas finalmente você pode conferir as melhores fotos do maior evento do país



O Animecon 2002 foi só alegria este ano e você conferiu aqui comigo (nem dá pra falar com a gente...rs...) uma cobertura super especial do que rolou de mais importante nos quatro dias do evento. Agora é hora de curtir as fotos e ver se vc não acha nenhum conhecido no meio das fotos do evento, então vai direto lá clicando na imagem da Li-chan aí em cima. Bom, deu trabalho por isso espero que vocês leitores curtam bastante, assim como eu curti fazer esse álbum virtual. Vai lá e depois adiciona um comentário aqui nesse post pra me dizer o que achou, ok!? Tem 97 fotos no total. Valeu!






A cidade cruzando o rio, vista da casa de banhos da Bruxa Yu-baba


Spirited Away: um dos melhores filmes animados do ano
A exibição rolou neste sábado em três sessões lotadas



Neste sábado, depois de muita ansiedade, finalmente pude assistir o mais recente longa-metragem de Hayao Miyazaki: Spirited Away (Sen To Chihiro No Kamikakushi).

Cheguei ao Metrô Consolação ás 15:00 e enquanto esperava a namorada, encontrei alguns amigos, e ficamos conversando um pouco. A Tathiana só chegou ás 16:00 e fomos logo para a fila de Spirited Away, sabendo que a sessão só iria começar ás 20:00, mas o povo já se amontoava na frente do cinema. A Lílian e o André estavam por lá e guardaram lugar, enquanto a fila ia crescendo, e alguns amigos chegavam e se juntavam a aglomeração. O bacana é que não havia apenas fãs de animação japonesa, mas também clubers, góticos, gente metida a intelectual, artistas, jornalistas e claro, gente que curte uma boa animação.
Apesar de não gostar nenhum pouco de filas, estava com meus amigos, o que me tirou o cansaço de ficar mais de três horas em pé. Os papos foram divertidos, e acabei fazendo novos amigos.
Uma hora antes da sessão a fila estava gigantesca e se dividiu em duas. Pessoas começaram a reclamar e apenas conosco havia mais de 15 pessoas furando fila (vixi!).
Na hora da distribuição de senhas o tumulto foi geral, e por isso a organização do evento criou mais duas sessões de emergência, ás 22:00 e outra ás 00:00 para atender todo o público desesperado.
Depois de esperar tanto pegamos a primeira sessão e nos deleitamos com um dos melhores longas de animação já produzidos pelo Studio Ghibli. O barato de assistir um filme desses com um público diversificado (não só quem gosta de Anime), é que podemos medir as reações do público e sentir como o filme irá se sair quando for lançado por aqui. E o pessoal adorou e deixou-se envolver e se emocionar com uma história fantástica de uma produção japonesa que foge totalmente daquele esteriótipo de que desenho japonês é só sangue e tripas. Deu para ter uma idéia muito boa do potencial que Spirited Away têm, e como poderá se tornar um dos grandes hits de 2003.



Eu sou totalmente suspeito para analisar o filme, porque gosto de todas as obras do Ghibli. Mas no geral, achei que essa é uma das produções onde se usou mais computação gráfica de todas, e além disso tem um certo “ar de circuito comercial” com dois bichos fofinhos que roubam um pedaço do filme para si. Mas isso não tira o mérito de Spirited Away ser uma história fantástica que envolve do começo ao fim. E vou contar um segredo: eu me emociono em todos os filmes do Miyazaki. Dou aquela choradinha, sim. E daí! Isso é tudo culpa do Joe Hisaishi, o cara que faz toda a parte sonora dos filmes do Studio Ghibli. Não sei o que ele faz, só sei que dá aquela coceirinha no nariz.
Pra terminar, não preciso dizer que a mídia tem a obrigação quase moral de promover Spirited Away. E ainda temos seis meses para falar de Hayao Miyazaki, de seus filmes e de como Spirited Away é fantástico.





Novos amigos da fila:



Clique na imagem para ampliar


Ei, pessoal eu esqueci o nome de vocês, mas sei que deixei o endereço do blog, por isso entrem em contato, ok!? Só me lembro do Vinícius que eu chamei de Ulisses...putz!



Página oficial de Spirited Away Sen To Chihiro.Com



O Senhor dos Anéis: a Sociedade do Anel está chegando
Central Park, em Nova York, se transforma na Terra-média para comemorar o lançamento de O SENHOR DOS ANÉIS em DVD e VHS



Segundo a assessoria da Warner Bros.

"Emissários da Terra-média" serão os responsáveis pela chegada do DVD e do VHS de "O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel" aos Estados Unidos. No dia 5 de agosto, por volta de 20h15, horário de Nova York (NY), vinte barcos atravessarão o lago existente no Central Park, na mesma cidade, trazendo os filmes a bordo.
A caracterização do cenário ficará completa com jogo de luzes, fumaça e a trilha sonora do filme, composta por Howard Shore, que venceu o Oscar® em 2002.
O Evento, que marcará também a primeira exibição de dez minutos do inédito especial por detrás das câmeras de "O Senhor dos Anéis – As Duas Torres", terá toda sua renda revertida para The Creative Coalition, entidade norte-americana sem fins lucrativos em prol da arte e do entretenimento comunitário.
A festa terá início por volta de 18h30, horário local e terá entrada restrita e ampla cobertura da imprensa mundial.


A versão brasileira do DVD será lançada tb no dia 5 de agosto custando R$ 44,90. Existe uma versão em VHS, mas ela só deve schagar as locadoras sem venda direta ao consumidor (Sell Thru). Se você quiser fazer a pré-venda pela internet, um boa dica é o site da loja Rosa Oriental, que tem muitos filmes e sempre cobra pelo preço sugerido.

Spirited Away só no começo de 2003!


Spirited Away no Brasil
O filme será lançado no Brasil em 2003, mas poderá ser visto essa semana no Anima Mundi



A assessoria da Europa Filmes informou hoje que o lançamento de Spirited Away (Sen To Chihiro no Kamikakushi) no Brasil só será realizado no começo de 2003. A animação vencedora do Urso de Ouro no festival de Berlim poderá ser apreciada durante essa semana no festival de Animação, Animamundi, que acontece em São Paulo e no Rio de Janeiro. Entre as informações, adiantaram uma versão americana do press-release (informações de imprensa) com 24 páginas e está imagem exclusiva que você confere acima.
Mal foi confirmado para lançamento no Brasil e Spirited Away já se tornou um dos animados mais esperados do ano, por ser um dos primeiros filmes de Hayao Miyazaki a chegar as telas brasileiras de cinema. E com a experiência da Europa Filmes que entre outras produções cuidou muito bem de Akira acho que os fãs podem ficar tranquilos.

Para quem não conhece SPIRITED AWAY é um filme do estúdio Ghibli que conta a história de Chihiro, uma garotinha de 10 anos que está se mudando de cidade junto com seus pais. Com sua família ela passa por um estranho túnel e acaba em um lugar muito estranho: o mundo dos espíritos. Esta terra é habitada por deuses e demônios, e é comandada por uma bruxa chamada Yu-baba. Os pais de Chihiro são transformados em porcos, e a bruxa diz a garota que é isso que acontece com os humanos antes de serem mortos e devorados. Quem escapa desse destino terrível é obrigado a trabalhar, mas com ajuda do misterioso garoto Haku, Chihiro irá tentar salvar seus pais e voltar para o seu mundo.
Enquanto é obrigada a trabalhar para a bruxa, Chihiro é obrigada a renunciar sua humanidade, suas memórias e até seu nome que muda de Chihiro para Sen (por isso se chama Sen to Chihiro no Kamikakushi!). O filme tem duas horas de duração e roteiro escrito por Hayao Miyazaki com músicas do famoso Joe Hisaishi.
Os mais afoitos dizem que Spirited Away é uma versão oriental do clássico infantil Alice no país das maravilhas.






Dê as boas vindas a nova série Ghost In The Shell clicando na imagem!


Ghost In The Shell - Stand Alone Complex
A mais nova série de tevê da Production I.G baseada no mangá de Masamune Shirow



A grande novidade que o site do Production I.G iria fazer na madrugada do dia 22, não era nada mais nada menos do que uma nova série de tevê sobre Ghost In The Shell. Bom, eu não preciso falar mais nada, apenas que o site da empresa está inteiro em inglês por isso vá até lá e fique por dentro da história, dos personagens e assista os clipes da nova série de Anime. Além disso, tem uma mensagem do Masamune Shirow que como nem quase todo mundo sabe inglês está traduzido abaixo:

Eu sinto que tenho sorte por meu trabalho ser apreciado o suficiente para ter a oportunidade de se tornar uma produção animada. Eu sou especialmente grato pela ajuda da Produtcion I.G., conhecida pelo seu trabalho excelente, técnicas de ponta em tecnologia digital e de apelo mundial. Eu devo confessar que eu não poderia ter desejado uma oportunidade melhor. Eu sou muito grato a todos participantes envolvidos neste projeto e eu gostaria de agradecê-los muito.

- Masamune Shirow"


(Agradecimentos ao meu grande amigo Paulo Vinícius que está no Canadá fazendo sua pós e não se importou em traduzir esse trechinho da mensagem do Masamune. Valeu!)

Nossa, vacilei... Eu dei a notícia e esqueci de confirmar na madrugada de ontem... putz! Depois de tanto Animecon :P

Noite do último dia de Animecon


Animecon: Dia 4
Palestra do Studio Gabia e Hant Editora



Neste dia eu estava muito cansado, três dias dormindo mal e correndo pro evento, ficando em pé e tirando fotos de todo mundo. Houveram duas coisas que me chamaram a atenção: a palestra do Studio Gabia e os mangás da editora Hant.
Começando pela palestra do estúdio Gabia que começou as 16:00 e que acabei, e que pra variar acabei chegando atrasado. No palco estavam Ronaldo Gabia e Emerson Agumi falando sobre os lançamentos que devem surgir no final de Agosto. O Studio Gabia preparou toda uma linha de Animes que devem sair em vídeo de forma aleatória. Entre eles estão: os filmes de Card Captor Sakura, a série Vampire Princess Miyu e Samurai Girl – Real Bout. Além disso, Ronaldo Gabia confirmou o contrato para a série Love Hina que também deverá chegar ao país.

O que me chamou a atenção foi que Emerson Agumi é o representante da Editora Abril mais precisamente da revista Heróis da TV (aquela que vem com os vídeos de Dragon Ball Z!). Isto indica um pouco da importância que o Animecon ganhou nestes últimos anos e no “monstro” que está se transformando.
Como eu o conhecia de vista (é amigo de um amigo meu) resolvi me apresentar e fazer umas perguntas no fim da palestra. Descobri que além da revista Heróis da TV Especial 1, que virá com o primeiro filme de Card Captor Sakura, a Abril ainda lançará mais duas revistas no mesmo estilo: uma voltada para animação japonesa com vídeo e uma outra de DVD. Essa revistas de DVD tb virá com animes, mas não sei ao certo (só em blog vc pode dizer isso!..rs.), acho que ela tb virá com filmes como as outras que existem no mercado. Logo que puder confirmar isso, eu coloco aqui, ok?
Conhecendo um pouco do esquema da Abril, acho que pelo menos umas duas ou três edições dessas revistas já estão prontas para irem as bancas, ou então estão rodando na gráfica numa hora dessas. Ah, nem adianta me perguntar o nome das duas outras revistas porque não tenho a mínima idéia.
Mas pelo jeito a Abril vai entrar forte no mercado com essas revistas, enquanto isso uma parte do andar da NEA (Novo Edifício Abril), o local das falecidas: Ação Games e quadrinhos DC, vai dar espaço a novos projetos da Abril Jovem.
Já estou com medo de que os Comics acabem no Brasil, apenas para dar espaço aos mangás e tb a uma briga de foice entre a JBC, Conrad, Panini e o “gigante do pé de feijão” que é a Editora Abril.
Apesar da palestra ter sido muito bacana, ouvi alguns boatos sobre os contratos das produções do Studio Gabia terem aparecido do nada. Esses contratos seriam aqueles usados para a reprodução dos Animes. Acho que isso é apenas papo furado, porque não acredito que a editora Abril entraria num rolo sem saber da fidelidade dos contratos firmados.



Hant Editora e as meninas do Clamp... err... Studio Seasons!




As moças do Studio Seasons

Pra começar, quem ainda chama o Clamp de “as garotas do Clamp” ou “As meninas do Clamp” está totalmente por fora! As famosas autoras do grupo japonês já tem mais de 35 anos. Bom, mas no lugar de “As véia do Cramp”, ou as “Balzacas do Clamp”, elas ficam melhor como meninas mesmo.

Enfim, deixando as piadinhas de lado, hoje foi o dia reservado para dar uma passada no estande da Hant Editora e para comprar os meus “mangás nacionais” e marcadores de página de Oiran. Além disso, aproveitei para conversar com as desenhistas e roteiristas do Studio Seasons, que foram muito simpáticas.
A Hant Editora e o Studio Seasons fizeram uma parceria para lançar no mercado dois “mangás nacionais”: Sete dias em Alesh e Oiran, que logo de cara ganharam muitos fãs. E sabe por que? A Arte das histórias é uma coisa impressionante e jamais vista em um quadrinho nacional.
Quando eu comparei com Holy Avenger queria falar da tamanha falta de cenários que toma todas as edições dos personagens criados por Marcelo Cassaro e com os roteiros da Petra.

O pior de tudo é que eu já ouvi uma série de respostas sobre esse lance da “falta de cenário”. Primeiro porque a Érica Awano não tem tempo pra desenhar cenários já que a revista é mensal, e um mês é pouco tempo pra desenhar uma história. O segundo papo dizia que ela não sabe desenhar cenários, apenas os personagens (se for isso é um absurdo!?), e o terceiro que o Cassaro não deixa ela desenhar os cenários, porque segundo um boato ele havia dito que, isso tira o foco das personagens criadas por ele.
Bom, nem cabe a mim discutir esses boatos, apenas posso continuar constatando que quase não tem cenário na história de Holy Avenger, que se passa quase que 90% no “mundo medieval do fundo branco”. É lógico que tb não dá pra discutir o sucesso da revista que já ganhou muitas edições, só que posso dizer que os quadrinhos da Hant Editora dão uma outra noção de qualidade pra coisa toda.
Bom, conversando com o pessoal do Studio Seasons descobri que as histórias tem roteiros fechados e são desenhadas e arte-finalizadas com bastante antecedência, o que garante a qualidade do produto final. Como estudante de história do Japão, eu fiquei muito espantado quando vi Oiran nas bancas, com todos aqueles cenários de época desenhos extremamente rico em detalhes. O Ricardo Cruz disse que quando viu as revistas na banca até pensou que eram japonesas de verdade. “É muito bom, a qualidade é excelente!”.
A roteirista Montserrat me disse que o pessoal do Studio Seasons tem muitos projetos terminados e que possuem algumas imagens na internet. Para conhecer os títulos basta ir até o site do Studio Seasons. Aliás, os sites deles são bem arrumadinhos, não são que nem esse blog não!..rs...



O Cosplay que é uma bomba!




O Kaneda pirotécnico de fim de semana


Pra variar não estive presente na final do concurso de Cosplay, mas enquanto estava no pátio central do Arquidiocesano junto com a minha namorada ouvi duas explosões muito altas vindas das quadras poliesportivas, onde estava rolando a apresentação final.

Depois fiquei sabendo que um maluco vestido de Kaneda com sua moto resolveu detonar duas cargas de explosivos caseiros no palco gerando um tumulto no meio de uma imensidão de espectadores. As duas explosões fizeram voar uma nuvem de estilhaços em cima dos juízes e da platéia. Algumas pessoas ficaram feridas (nenhuma gravemente) e o cara foi expulso do concurso. Podemos dizer que ele, literalmente detonou! Esse tipo de apresentação deveria ser proibida, senão daqui a pouco vão aparecer alguns malucos soltando fogo pela boca, ou com espadas afiadas e coisas do gênero. O pior é acreditar como um estúpido desses pode levar explosivos para um evento. É dose.
Bom, mas as fotos da moto e do Kaneda, eu consegui pegar antes que ele explodisse com tudo!



Enfim, eu só consegui chegar na hora do resultado final do concurso de Cosplay e peguei a re-apresentação de dois caras que fizeram uma coreografia de Kung Fu muito boa.
A imagem abaixo é a dos vencedores, para saber se aquele seu amigo ganhou basta clicar em cima dela.
Eu sei que o Alessandro “Von Victor” ganhou, e eu perdi a apresentação dele como Devil Man. Putz, foi mal cara! Eu vi algumas fotos e achei muito louco!


Os vencedores do concurso de Cosplay



Exibição de A Princesa Mononoke e o Lucas da Família Lima




A galera assistindo A Princesa Mononoke



No domingo, eu finalmente consegui exibir a versão dublada de A Princesa Mononoke inteiro no estande da editora JBC. Me perguntaram porque eu havia decidido exibir o filme do Miyazaki na JBC já que eu trabalho como freelancer para a Conrad. Mas a resposta é simples: eu queria muito exibir esse anime em algum lugar e o estande da JBC me pareceu o lugar ideal. Não porque era exclusivo, não porque eu queria puxar o saco da editora, mas sim porque o lugar da exibição estava mais organizado. Para se exibir um filme de duas horas de duração você precisa de um espaço onde as pessoas possam se sentar e assistir com calma.
E no estande da JBC tinham aqueles almofadas e um espaço com carpete para o pessoal se acomodar. Foi muito legal, o pessoal conseguiu ver o filme inteiro e até aplaudiram no final. Fiquei com uma sensação muito boa.
Parece uma estupidez, mas eu não gosto de ter coisas que só eu tenha. É bom ter um filme como esses que quase ninguém tem, mas ao mesmo tempo é muito chato não poder comenta-lo com mais ninguém. Foi por isso que achei interessante exibi-lo em um local que as pessoas realmente iriam aprecia-lo.

O filme em português não foi e nem será lançado no Brasil, mas a trilha dublada em português foi parar em um DVD japonês, uma edição especial com todas as dublagens feitas onde o filme foi exibido. Como os japoneses acharam que o filme havia passado por aqui o DVD tb ganhou uma versão brasileira.
Se você tem um aparelho de DVD destravado e quer adquirir o filme é só ir até o site da CD Japan, o único com uma seção só de Hayao Miyazaki, e um dos poucos a entregar DVD japonês e cds de música aqui no Brasil. Vale a pena conferir, até porque Spirited Away já foi lançado em DVD e está a venda neste site tb!

No estande da Conrad eu deixei uma fita com 6 horas de Os Cavaleiros do Zodíaco gravado da Manchete e juntou muita gente tb! A fita de Cavaleiros foi bacana porque eram episódios de meia hora e o pessoal não precisava se acomodar muito para assistir. Assim você ficava um pouco assistia, dava uma volta e depois assistia de novo.
Acho que no final das contas acabei ajudando, um pouquinho as duas editoras com esse lance das exibições que foram bem vindas e prenderam a atenção de muita gente.



Eu ainda sou o mais bonito né, Tathy?...rs...


Enquanto o filme A Princesa Mononoke estava começando a ser exibido no estande da JBC, o Lucas da famosa Família Lima apareceu para dar uma olhada nos mangás. Batendo papo comigo e com o Edicarlos, eu acabei tirando duas fotos com eles. Em uma delas estava o Edicarlos e o Júlio Moreno e na outra a minha namorada (foto acima).
Bom, nem preciso dizer que o cara gosta muito de animação japonesa e sempre aparece nos eventos que rolam na cidade de São Paulo. A última vez que ele apareceu foi em um Mangacon que era promovido pela Abrademi.

Considerações finais: o que eu achei do evento?



Essa edição do Animecon 2002 foi uma das melhores que eu já vi. Nos anos anteriores, o evento só serviu para re-encontrar amigos e conhecer pessoas de outros Estados, porque no final das contas não tinha mais nada para se fazer.
Mas essa edição foi bem diferente, porque o pessoal começou a dar a devida atenção e aproveitar o potencial de um evento como esses. Tivemos palestras importantes, lançamentos e muitas promoções. Além disso, as coisas estavam bem organizadas, os estandes estavam bonitos e bem iluminados, as apresentações de Cosplay ficaram legais e havia um ar de confraternização. Você não ia apenas para re-encontrar os amigos mas tb podia curtir bons momentos. Me diverti bastante e como a Lílian me disse: “É muito chato sair desses quatro dias e voltar pra rotina descobrindo que as coisas voltaram ao normal. É como se tudo fosse um sonho.”
Acho que o fato de alguém da editora Abril ter aparecido e o fato de editoras como a JBC e a Escala terem anunciado e feito seus lançamentos indica o tamanho do potencial que o evento tem para atrair um público que gosta de animação japonesa e mangá. Como a Sandra Monte disse lá no Soneca Pikachu, tá na hora de trazer alguém famoso do Japão. Gente que conheça bem as editoras japonesas não falta, e grana por parte dos organizadores creio que tb não.
Só um dado que achei interessante: encontrei com um amigo meu da época em que estudava no Arquidiocesano e ele me disse que o aluguel do Colégio para eventos desse tipo custa 11 mil irreais. Assim, era esperado mais de 12 mil pessoas nos quatro dias de evento, cada uma pagando 10 irreais por dia. Além disso, tem o preço pelos estandes, os pequenos pagavam em média 300 irreais. Pois é, faça as contas e descubra que o Animecon se tornou um negócio lucrativo. Mas é isso, acho que deu pra juntar um tutu suficiente para pensarem em trazer um autor de mangá ou cantor japonês famoso.


Ah, antes de terminar coloquei esse post de madrugada e como escrevi pra KCT, não revisei o texto todo... por isso se notarem alguns erros a culpa é minha e do sono... E por favor façam comentários! Bons ou ruins, eles serão bem vindos...




Clique na imagem para ir a galeria de fotos


Animecon: Dia 3
O Cosplay da Lílian Maruyama



No fim do terceiro dia da Animecon, fui com uma gangue de amigos para o Shopping Santa Cruz para jantar já que durante o dia a minha alimentação balanceada se resumia a um hot dog de R$1,50 e um refrigerante.
Bom, é sempre na volta para casa que eu pensava nas coisas mais legais que haviam ocorrido no Animecon para poder comentar aqui no blog.
Durante o jantar, resolvi perguntar para o pessoal qual era o tópico principal do dia 3 para comentar aqui e a resposta foi unânime: o Cosplay da Lílian. Parando para pensar nisso, descobri que realmente esse era um dos pontos que chamaram mais atenção durante o terceiro dia do evento, mas como comentar o Cosplay de uma amiga?

Faz alguns meses que a Lílian escolheu suas fantasias para o Cosplay do Animecon. A Sakura tinha feito muito sucesso no ano passado, e por isso esse ano ela havia decidido repetir, mas também usar três roupas diferentes. A primeira delas foi a Lyn Minmay de Macross, um Cosplay que ela queria fazer á muito tempo. Já a segunda era uma roupa que ela escolheu olhando em uma Animage (revista japonesa de Anime), essa era Lisa Sakakino, personagem de um anime maluco de corrida chamado éX-D.

Na Animage, o desenhista havia feito uma ilustração exclusiva da Lisa usando uma roupa, mais provocante, daquelas garotas que representam as equipes de corrida. Era uma roupa inteira, uma minissaia de lycra com um baita decotão. Eu sabia que ela ficaria perfeita usando o Cosplay, porque afinal estava fazendo um regime danado. Mas como será que seria a reação do público? Usando esse Cosplay, a Lílian não poderia evitar as brincadeiras e grosserias de uns e outros, porque o decote deixava alguns dotes dela a mostra.
Bom, a roupa da Lisa Sakakino apareceu no sábado no Animecon para o desespero de alguns. A Lílian passava e você via o pessoal boquiaberto que não tinha outra reação á não ser gastar seus rolos de filme para tentar levar uma lembrança dela para casa.

O bacana foi ver que o Cosplay dividiu opiniões, alguns adoraram a roupa, outros acharam que aquilo era só para aparecer (mas Cosplay não é para aparecer?). Quantas pessoas reconheceram o Cosplay? Apenas duas, o resto achava que ela era a garota do jogo Ridge Racer.
Opinião de amigo é fogo! Mas eu achei que ela ficou muito bonita, e também fiquei espantado como todo mundo no evento. Se bem que eu já sabia que ela ficaria daquele jeito. Minha única preocupação era quanto á repercussão, afinal era a Lílian Maruyama, não apenas uma amiga, mas aquela que todo mundo conhece das principais revistas de animação japonesa do Brasil.
Não me resta dizer muita coisa, sei que a Li, além de bonita é uma pessoa muito meiga, inteligente e sincera, é daquele tipo de pessoa especial que você agradece por ser sua amiga. Nos conhecemos há 2 ou 3 anos (nem sei direito!), e sei que esse Cosplay foi uma coisa legal, mas também é uma coisa que foge totalmente do estilo dela. Sabe porque eu acho isso? Eu sei que a Lílian já foi uma garota gordinha que passou por um monte de coisas no colégio, bem ao estilo Monica Geller (de Friends!). Usar uma roupa mais justa é quase como se libertar de um estigma de “gorda feia” deixado no passado. Boa ou ruim, acho que realmente essa foi uma experiência e tanto.



Concurso de Cosplay e a palestra com os dubladores...



Esse foi o único dia em que fui sentar com os jornalistas para assistir ao Concurso de Cosplay do Animecon. Uma fila imensa com mais de 100 pessoas fantasiadas se apresentou durante duas horas de show. Haviam muitas roupas sensacionais, mas dessa vez eu não fiquei para avaliar as fantasias. Na verdade, fiquei apenas para tirar fotos (que logo você poderá conferir em um futuro álbum digital!).
Neste dia rolou também a palestra com os famosos dubladores de animação japonesa. Eu não acompanhei a palestra, mas sei que foi uma bagunça só (no bom sentido, claro!).
Eu fiquei sabendo que nem todos os dubladores que haviam sido convidados para o evento compareceram, por isso alguns que estavam no estande da JBC e na sala do Animepro resolveram completar o time de palestrantes do evento. Foi muito divertido e deu pra notar como os dubladores ficaram famosos. Quando cheguei ao local, vi o dublador do Shurato sair do palco escoltado por um cordão de seguranças... Cacilda!
Como eu cheguei no final da palestra e mais parecia um gato num quarto cheio de cadeiras de balanço, não consegui me situar muito com o que estava acontecendo. Só sei que a editora JBC presenteou o público com bons prêmios, mas fiquei sem saber se era promoção ou sorteio. :P




Ah, e eu conheci o Capitão Ninja do fórum AnimeBr, olha ele aí!


Antes eu participava ativamente do Fórum Anime BR, mas nunca havia conhecido pessoalmente ninguém de lá. Mas nesse Animecon eu encontrei o Paulo e o Capitão Ninja.


Alexandre Nagado, Ricardo Cruz e a banda Keys Of The Light

Animecon: Dia 2
Akê-klé! Ricardo Cruz apavorou no show, junto com Alexandre Nagado e a banda Keys of the Light



Nesse segundo dia de Animecon o frio diminuiu em São Paulo, mas o movimento no “maior evento de mangá e Anime do Brasil” esfriou um pouco. Apesar de ainda haver muita gente, ainda me pareceu que era menos do que o esperado numa sexta-feira.
Enfim, o dia passou rapidinho e o que mais me chamou a atenção foi o incrível, isso para não dizer espantoso e mais outros sinônimos para sensacional: show musical de Ricardo Cruz junto com Alexandre Nagado (desenhista e back vocal em eventos e afins) e a banda Keys Of The Light.

Ricardo é um camarada de tempos, e desde a época em que trabalhava na Conrad, eu ficava ouvindo o cara cantarolar músicas em japonês de seriados Live Action e Anime.
O gosto do cara pela música oriental vem de uma bolsa de estudos que ele fez no Japão onde ficou por um ano. Isso, o deixou próximo aos queridos astros da música pop japonesa e também de um Karaokê. No Japão, as pessoas são fanáticas por Karaokê, famílias inteiras se reúnem nos finais de semana para "soltar o gogó", e como o Ricardo passou um tempo morando em casas de japoneses legítimos, ganhou uma voz de arrepiar os cabelos loiros de Hironobu Kageyama (cantor de aberturas de séries japonesas e animes famosos).

Nem precisa dizer que o Ricardo subiu no palco e fez bonito. Cantou e encantou uma legião de fãs de Animes e mangá, que a partir de hoje tornaram-se fãs dele próprio. No começo do show, Ricardo Cruz e Alexandre Nagado estavam apenas cantando com Playback, coisa que fazem nos finais de semana no karaokê Porque Sim, no bairro da Liberdade. Mas logo, a banda Keys of the Light chegaria para montar seus instrumentos e começar a detonar. E realmente o som dos caras é D+! Eles conseguem fazer direitinho todos os arranjos de muitas trilhas de aberturas de Anime. O que é simplesmente fantástico! As músicas ficaram lindas e o Ricardo ficou com a voz igual a do Hironobu Kageyama. Até quando eles cantaram uma música em português deu pra sentir que se Hironobu fosse brasileiro, ele cantaria daquele jeito mesmo.

E foram tocadas as aberturas de Rayearth, Dragon Ball Z, Saint Seya etc. A cada música, a platéia ia ao delírio pulando e gritando, e teve até um momento em que uma galera agitou um "bate-cabeça" e o povo começou a dançar e se trombar como em um típico show de Rock. Teve uma hora em que o Cleiton (amigo e redator da Herói) resolveu pular de cima do palco nos braços da galera que não o segurou. Bem, nem preciso dizer o que aconteceu. O único registro que tenho da queda está na foto ao lado, onde ele nem aparece (porque já estava no chão).
Enquanto a música rolava, eu estava conversando com o Fábio Yabu, amigo e criador dos Combo Rangers (sim, eu conheço quase todo mundo!) e ele me disse que é um grande fã do Ricardo e estava delirando com a música. Bom, nós dois somos.


Se você for até o animecon neste sábado, a banda Keys Of The Light irá se apresentar novamente ás 16:00 h na quadra poliesportiva.


Somos fãs do cara mesmo! Por quê? Vai encarar?



Off-topic: Amigos e Mononoke Hime





Esse aí é o meu amigo Alessandro, mais conhecido como Von Victor. Além de um super desenhista, ele também adora fazer Cosplay. Hoje, eu descobri que o cara também tem um blog que se chama V2.
Quando eu digo que o cara desenha muito, significa que você precisa dar uma passada no site dele, cheio de ilustras bacanas. Uma vez ele me disse que estava desenhando uma aventura onde ele era um cara que ganhava super poderes em Taubaté, onde mora. Bom, ele me mostrou um desenho com ele sobrevoando o centro de Taubaté que fez baseado em uma foto. Muito legal!


Eu estou cheio de amigos desenhistas e hoje falei com o Eduardo Muller e com o Daniel HDR meus camaradas de Porto Alegre.
O Eduardo pretende mudar de nome seguindo os conselhos de uma numeróloga e daqui a alguns dias está indo para a feira de quadrinhos de San Diego, onde pretende fechar alguns projetos com a Antarctic Press, editora de Ben Dunn, o pai do estilo mangático americano. Sem querer vender o peixe, mas quem leu a minha matéria na última Herói Mangá deve saber quem é esse cara. Já o Daniel fez alguns sketches e apresentou um projeto para desenhar o Demolidor em formato mangá, para o Mangaverso da Marvel. E o projeto foi aprovado e comprado pela editora.
Nesse primeiro encontro, ainda não consegui conversar muito com os caras e nem tirar fotos. Mas devo registrar algumas imagens deles amanhã, se possível.



A galera assistindo, A Princesa Mononoke


Pra terminar, hoje eu levei o meu DVD japonês de A Princesa Mononoke com a dublagem em português para exibir em algum estande do Animecon. Na Conrad, a coisa tava meio complicada, já que o técnico não sabia mexer no aparelho de DVD e muito menos liga-lo corretamente ao telão. Então, resolvi conversar com a Marina da JBC e coloquei o filme para rodar lá no estande da editora. Juntou uma galera pra assistir, mas apesar do aparelho rodar o filme, ele estava sem o controle para mexer nos menus de seleção e assim o filme foi exibido em japonês mesmo.
Enquanto estava perto do estande, vi três senhoras japonesas conversando e falando sobre o filme. Era algo assim: “Esse filme é bom, porque tem bastante bicho!” e a outra respondeu, “Mas tá em japonês. Como é que esse pessoal fica assistindo se não consegue entender uma palavra do que está sendo dito?” (traduzido do japonês). E as três saíram sorrindo.
Mas pretendo levar o filme novamente amanhã para ser exibido. Tenho muita vontade de que mais pessoas tenham acesso a essa “pérola” da animação japonesa. Aposto que se o filme, A Princesa Mononoke, fosse lançado no Brasil se tornaria um clássico como Akira.


Da esquerda para direita: Edicarlos Rodrigues, Marcelo Del Greco, Júlio Moreno e Arnaldo Oka

Animecon: Dia 1
Palestra “bombada” da JBC com muitas novidades



Bom, já vou dizendo que não vou ter muito tempo para comentar o evento inteiro todos os dias (ahhhhh!), porque isso seria muito desgastante. Só para você, querido leitor (frase básica!) ter uma idéia, já são 3 da matina e eu ainda não fui “mimir” e amanhã pretendo ir a uma cabine de cinema se o sono me deixar. Roger, se eu não conseguir,,,,, don´t hate me, ok?
Então ao invés de comentar cada passo que eu dei dentro do evento, vou falar apenas daquilo que me chamou mais atenção e neste primeiro dia foi a palestra da JBC. Muito bacana, os caras souberam levar bem um papo com os fãs e ainda conseguiram anunciar novos lançamentos e solucionar algumas dúvidas. Além disso, quem nunca havia visto os tradutores dos mangás da JBC pôde finalmente conhecê-los.

Na palestra, foi comentada a importância da adaptação e revisão dos mangás que passam na mão de várias pessoas em um longo processo. Apesar da minha reclamação no passado, nos últimos tempos, os mangás da JBC ganharam um trabalho de revisão muito melhor e mais competente. Além disso, olhando no expediente deu para notar que os mangás ganharam mais uma pessoa para ajudar, a editora Cristiane Yamazato que pelo jeito, agora “racha” o cargo com o Marcelo Del Greco.
Outro comentário interessante foi o da mudança de gráfica e de papel que agora não é mais aquele dos primeiros títulos. Quanto á isso tenho uma crítica a fazer; os últimos mangás estão saindo com um excesso de tinta que estraga toda arte do desenhista. Eu havia notado isso apenas nas edições de Star Wars Mangá (onde o Darth Vader virou Dark Vader!), mas hoje vi isto acontecer com todas as edições recentes de Love Hina, Vídeo Girl Ai, Samurai X e até o novíssimo Inu-Yasha. Fundos escuros com personagens escuros transformam-se em apenas um grande borrão, ou então fica impossível descobrir aonde começa o cabelo de uma personagem e aonde termina o cenário. Eu vi um desenho do Youta Moteuchi que parecia que ele tinha explodido com uma daquelas bombas ACME dos desenhos do Pernalonga, tamanho era o borrão no rosto do coitado. Apesar de tudo, eu espero que isso se resolva nas futuras edições. E pela palestra, eles deixaram bem claro que a qualidade é o que importa.




Estande da JBC depois do “arrastão” da multidão querendo Inu-Yasha

No final da sessão de perguntas, o Publisher da JBC, Júlio Moreno anunciou dois futuros lançamentos: o primeiro era o mangá de Inu Yasha (já falei!) que estava presente na feira apenas hoje por 3,00 irreais, o que provocou uma correria até o estande da editora (o preço real é de 3,50 irreais), e o segundo é o grande clássico A princesa e o Cavaleiro. O mangá de Osamu Tezuka tem previsão de lançamento para o mês de setembro deste ano. Para os fãs esse é um título incrível e quase obrigatório para quem quer conhecer, uma obra legítima do criador do mangá moderno.
Enfim, a palestra acabou e o povo saiu correndo para comprar o Inu-Yasha no estande da editora.

No Animecon todos os mangás estão com bons descontos. Na Animangá a coleção do Ranma está sendo vendida a 1,00 irreal, na JBC os mangás custam 2,60 e 3,00 irreais (incluindo as novas edições!) e na Conrad os mangás estão com 15% de desconto.
Fiquei um pouco desapontado com o estande da Conrad por não ver as novas edições dos mangás. O número 8 de Vagabond, por exemplo, não está no estande da Editora, mas está sendo vendido na Comix (ao lado) por 5,50 irreais. Ainda tô tentando entender porque diabos isso acontece.
No final das contas, tenho que dizer que a JBC entendeu um pouquinho o espírito de uma convenção. Se você paga dez irreais pra entrar, é porque quer encontrar coisas novas e promoções. Acho que ao invés de dar os mangás como brinde dentro de outros mangás, bem que poderiam levar ao Animecon, onde vão passar mais de 12 mil pessoas, e vender mais barato. É chato dizer isso, mas no estande da Conrad não tinha nada sinalizando que os preços estavam mais baixos, só quando dei um rolê pelo evento é que encontrei uma faixa que dizia isso. Estranho, não? Acho que tá faltando aproveitar mais o potencial do evento, porque montar um estande e deixar que Deus decida o que fazer não é a melhor idéia na minha opinião. Nesse ponto, a JBC deu um banho.
Ah, antes de terminar esse papo tenho uma sugestão: colocar alguns papéis colados com o preço dos mangás em promoção. Isso porque uma boa parte dos visitantes nem sabiam que os títulos estavam mais baratos, tanto na JBC quanto na Conrad.



Mudando de assunto...



Uma pessoa me reconheceu hoje por causa do Blog! Vixi, um cara me parou e disse: Renato Siqueira, eu leio seu blog! Putz! Amigo quero dizer que fiquei emocionado, seja lá você quem for...rs... Foi muito legal, obrigado.
Pena que você saiu correndo e não deu tempo de perguntar como você veio parar por estas bandas. The dark side of the net.



Da esquerda para direita: Mushi-san, Paulo e a Petra.

Outra coisa bacana que fiz neste primeiro dia de Animecon, foi conversar um pouquinho com meus amigos blogueiros: Mushi-san, Paulo (do Animepoint) e a Petra (do Holy Avenger). Apesar de ter falado pouco foram bons minutinhos de papo, e a gente nem prestou atenção no debate dos editores. Valeu amigos!
Bom, a foto deles tá aí em cima e é clicável, viu!


Ah, pra terminar tem umas fotos do primeiro dia do Animecon nos papuns do site Herói , para ir até lá basta CLICAR AQUI. Mais tarde, eu pretendo criar uma galeria de fotos aqui do blog, mas isso só vai acontecer depois do evento.

Movie Review: Cálculo Mortal
O que vale no Thriller de Sandra Bullock é o trailer de Matrix Reloaded e Revolutions



Nossa, eu assisti esse filme no mês passado e não estava empolgado para falar dele, pelo simples motivo de ter um desenvolvimento muito ruim do enredo. É uma história mal resolvida para um filme de suspense, que na verdade não tem nenhum suspense.
A idéia básica é interessante, o filme é baseado num caso verídico que aconteceu em 1924 nos EUA. Justin Leopold e Richard Loeb dois jovens no mínimo desequilibrados, elaboraram um detalhado plano de seqüestro, seguido de morte, com a intenção de cometer um crime perfeito. Mas a dupla de criminosos foi capturada e ganhou as manchetes dos jornais e o caso "Leopold & Loeb" entrou para a história dos tribunais. Essa idéia foi aproveitada também em um filme de Alfred Hitchcock, Festim Diabólico. Mas em Cálculo Mortal ela foi mal aproveitada.
Cálculo Mortal é uma versão moderna do caso, estrelada por Sandra Bullock e com direção de Barbet Schroeder (O Reverso da Fortuna e Mulher Solteira Procura).
Sandra Bullock é Cassie, a investigadora do assassinato de uma jovem na pequena San Benito, na Califórnia. O corpo da vítima é encontrado perto do rio que beira a cidade, mas as evidências nada revelam. As suspeitas recaem sobre dois estudantes, que apresentam álibis incontestáveis. Exceto para Cassie.
O único problema desse filme é que os espectadores já sabem de tudo! Você sabe que os estudantes mataram, sabe que a Sandra Bullock é a policial que vai prendê-los, então uma pergunta: Cadê o suspense, já que você sabe de tudo? Cálculo Mortal é aquele filme que dá vontade de sair da sala na metade porque você já sabe como acaba. A única coisa que vale a pena é assistir ao trailer de Matrix Reloaded e Revolutions que foi anexado a todas as 110 cópias de Cálculo Mortal que estréia nos cinemas nesta sexta-feira.





Rapidinhas: vai ser bom, não foi?
Quatro notinhas rápidas e indolores



Internacionais:


O site do Production I.G, uma das produtoras por trás de grandes Animes como Ghost in the Shell (O fantasma do futuro), Jin Roh (que vai passar semana que vem no Anima Mundi), Patlabor 1 e 2 e Blood: The Last Vampire, vai inaugurar a partir da meia noite do dia 22 de julho, uma nova seção em seu site. Segundo uma declaração do presidente da empresa Mitsuhisa Ishikawa que está no próprio site, finalmente a produtora revelará sua mais recente produção, algo em que eles estavam trabalhando há dois anos. Uma nova animação japonesa é óbvio, mas o que será?

Essa semana o site Herói revelou o conteúdo do futuro DVD do filme do Homem-Aranha que será lançado no dia 15 de novembro nos Estados Unidos. Agora se você quiser ver a caixinha do DVD é só CLICAR AQUI.

Nacionais:


Tem muita gente perguntando como a Europa Filmes conseguiu o direito para exibir Spirited Away no Brasil já que este direito era da Buena Vista (Disney). Pois é , a resposta é simples: o direito da Disney só vai até Princesa Mononoke (Mononoke Hime). A Europa Filmes conseguiu o direito de exibição de Spirited Away aqui no Brasil em uma feira mundial de cinema.
A Buena Vista comprou os direitos de exibição para alguns países e o Brasil não estava incluso na jogada, por isso a Europa Filmes se interessou pelos direitos, já que o filme havia conseguido o Urso de Ouro em Berlim.
Isso é ótimo porque a Europa Filmes fará o que a Buena Vista não fez com Princesa Mononoke. Ainda é muito cedo para conseguir informações sobre o filme ou data de lançamento porque a cópia comprada pela empresa ainda nem chegou ao país para ser dublada.

A editora JBC anunciará seu mais novo mangá amanhã no Animecon, a maior convenção de mangá e anime do Brasil. Isto acontecerá em uma palestra que vai das 14:00 ás 15:00 no anfiteatro do Colégio Marista Arquidiocesano. fonte:Manga Xplosion




OBS: Por favor, se alguém que visita este blog usa as informações em outros sites... Pleaseee, peça permissão e coloque o link aqui do blog, ok? Eu andei visitando uns sites por aí que na maior cara de pau colam o texto e as imagens aqui do Acredite se quiser. Ao contrário de muito site por aí, eu não me importo que as informações sejam aproveitadas, desde que os créditos sejam devidamente colocados, ok?




Anime com character design de videogame
Overman King Gainer tem character design de Street Fighter Alpha




Mais um Anime de Mechas da produtora Sunrise chega as tevês japonesas em Setembro, é Overman King Gainer que se passa na Sibéria e mostra a história de Gainer Sanga um garoto que mora em "Domepolis". Por ser um mestre em um jogo chamado Overman, ele acaba se tornando um hábil piloto de mecha, e controla o robô principal da série King Gainer.
Mas melhor do que ser mais um desenho animado de robôs é o fato de ter todo o Character Design criado por Kinu Nishimura, desenhista oficial de diversos jogos da Capcom. Em sua lista imensa, estão a série Street Fighter Alpha, Rival Schools e Marvel Vs. Capcom.
Já pensou se resolvem deixar alguns animes famosos nas mãos dos desenhistas de jogos de videogame? Bom, tá vendo o desenho de Pokémon abaixo? Foi feito pelo Character Design que criou todos personagens do jogo The King Of Fighters 2001. Bizarro não!







Sonic, sempre um bom motivo para comprar um console Nintendo
Nunca pensei que fosse dizer uma coisa dessas...



Essa semana o site japonês do Sonic Team, anunciou dois novos jogos que serão lançados para o Game Cube e Game Boy Advance este ano. O primeiro é o Sonic Mega Collection, com nada mais nada menos que sete jogos do porco-espinho mais rápido do mundo. Essa é a compilação de todos os jogos lançados para o Mega Drive.
Eu só não acredito que Sonic 1, o jogo criado para desbancar o Mario Bros, vá sair agora para o Game Cube. O mundo dá mesmo muitas voltas, amigos!
Não sei se vcs lembram de uma propaganda americana que mostrava o Mario Bros em uma televisão velha preto e branco, e de repente aparecia o Sonic numa tevê colorida correndo no Mega Drive e mostrando como o bicho era irado. A idéia da Sega foi sempre mostrar que o Sonic era um bicho mais Cool que o bigodudo Mario. Sonic não era um encanador, não precisava trabalhar e nem salvar princesinhas. Ele era um louco que corria por aí dando porrada e salvando o mundo inteiro do gordinho Robotnik (Pô, Kléber tá aí uma idéia para um futuro Cosplay!). Nossa, eu adorava o Sonic porque você tinha toda aquela ação rápida com mil coisas acontecendo ao mesmo tempo e ainda precisava controlar o personagem.

Os jogos do pacotão Mega Collection são:

Sonic The Hedgehog
Sonic The Hedgehog 2
Sonic The Hedgehog 3
Sonic & Knuckles
Sonic 3D Blast
Doctor Robotnik's Mean Bean Machine
Sonic Spinball




Bom, deixando os delírios de lado o Sonic Team anunciou também o Sonic Advance 2, a continuação do jogo para Game Boy Advance. É bem capaz do porco-espinho desbancar o Mario esse ano com toda essa batelada de jogos.


Palpite: o novo manga da JBC é Inu Yasha
Concordo com a Sandra Monte que já falou isso mais de uma vez



Na semana passada, me perguntaram qual era o novo mangá da JBC, mas até então, eu nem sabia que a editora lançaria mais alguma coisa. Achei que as supresas eram só Star Wars e Love Hina. Mas resolvi dar uma olhada por aí, pra ver o que rolava. Na internet tem alguns fóruns comentando bastante sobre o assunto e entre os títulos, sempre entram X, Yu yu Hakusho e inexplicavelmente Inu Yasha. Agora por que isso? Yu yu é famoso, X é antigo, mas bem conhecido dos fãs, agora Inu Yasha entra nos posts sem razão. Como assim? Bom, Inu Yasha é uma mangá antigo, mas com Anime recente passando na tevê japonesa, e que sabemos que foi comprado para ser exibido no Brasil. Isso tornou o título um atrativo para as editoras brasileiras, mas pouca gente o conhece realmente. Mesmo assim, tem um pessoal em fóruns afirmando com uma certeza estranha (quase absoluta) que é esse mesmo.

Mas o que diminuiu a minha desconfiança foi dar uma passada em uma loja de quadrinhos, puxar papo com um desconhecido e perguntar: “ei, fulano. Você sabe qual é o novo mangá da JBC?” E receber como resposta um: “Inu Yasha”. Pra continuar o papo vem um: “Você conhece?” e a resposta “Não”, continua com um “mas então como você sabe que é esse mesmo?” Aí, ele respondeu: “Não sei, é que já tá todo mundo comentando por aqui.” Putz!
Por isso, concordo com a Sandra vai lá no blog dela pra entender o comentário.
Na minha opinião, acho que vazou alguma informação e Inu Yasha entrou no páreo dos mangás mais esperados, mesmo tendo poucas pessoas que o conhecem de verdade e que arriscariam esse título em um fórum. O pior é que mesmo dando uma procurada, não se consegue chegar até a fonte.
Uma vez na Conrad ia rolar um lançamento que estava sendo preparado, e logo apareceu uma pessoa que colocou a informação em um comentário. Resolvi dar uma procurada pra saber quem era a pessoa mais próxima da fonte. Quando descobri, o cara que tinha colocado o comentário morava na Paraíba. Simplesmente, a informação se espalhou rápido e se desfez em uma névoa de notícias corretas e incorretas. Não deu pra saber quem tinha soltado a informação, mesmo assim, ninguém acreditou no cara até a data do lançamento. De certa forma, isso foi legal pra tentar trilhar um certo caminho das coisas na internet. É uma bola de neve, mas é só dar uma boa olhada pra descobrir uma coisa incoerente como é o caso do Inu Yasha. Estou dando razão pra Sandra porque ela viu isso antes de todo mundo. PODEMOS ESTAR ERRADOS, mas isso parece óbvio demais. Acredite se quiser...
Bom, mas falta menos de uma semana pro Animecon, até lá acho que rola alguma coisa oficial. Agora se alguém tiver um palpite melhor, o espaço dos comentários está aberto!






Tomara que esse desejo se realize, ele até rimou.


Tanabata Matsuri: o festival mais bacana da Liberdade
Venha comer bolinhos, enfrentar filas e deixar seus desejos em galhos de bambu



Esse domingo foi muito bom. Fui conferir um dos eventos mais famosos do bairro da Liberdade, o Tanabata Matsuri (festival das estrelas). Esse é o único dia em que muitos japoneses realmente aparecem por lá, e fica tudo lotado. Chegamos ao festival ás 2 da tarde e resolvemos passar pela tradicional feira de domingo cheia de comidas típicas orientais. E pra quem acha que comida japonesa é só Sashimi e Sushi, decididamente precisa passar por lá para perder o preconceito.
Uma das barracas que eu mais gosto é a do Gyoza, um bolinho feito de carne de porco com salsinha e outros temperos. O bolinho é cozido no vapor e depois frito em uma chapa quente. Uma delícia.


Além disso, tem os “Niku Manju” (“manju de carne”), que na verdade são uma variação do Gyoza, só que não são fritos, apenas cozidos no vapor e feitos com carne de porco, vaca ou frango. Mas para não confundirem os tipos de bolinhos, resolveram inventar um nome em bom “japortuguês”. Manju na verdade é um bolinho de arroz branquinho e muito tradicional no Japão, como o “Niku manju” é branco também, acabou recebendo esse nome, mas não chega nem perto de ser um manju genuíno que na verdade é um doce.


Enfim, a barraca do Gyoza é a mais disputada pelos frequentadores do lugar, e nesse dia estava um absurdo. Fiquei uns 40 minutos pra pegar cinco bolinhos (três foram o meu almoço!) e dois e um Harusame foram o da Tathiana.
Depois, a Tathy resolveu colocar um pedido nos galhos de bambu, que já estavam cheios de papéis coloridos.
Na hora de comprar um papelzinho (que custa um real), vi que as garotas que estavam atendendo nas barracas eram as garotas do concurso Miss Tanabata, uma espécie de concurso de beleza do evento, promovido pela Associação Miyagui Kenjinkai do Brasil.



Cada papelzinho, chamado de Tanzaku, possui uma cor diferente e simboliza um tipo de desejo de cada pessoa (amor, saúde, dinheiro, etc.). Enfim, a Tathy escolheu um galho e colocou seu pedido, junto com o de muitas outras pessoas que aguardam que eles sejam atendidos.
Isso acontece por causa de uma lenda criada na China há quatro mil anos, que conta a história da “princesa Orihime e seu amado Kengyu, assim conhecidos pelos japoneses. Quando se conhecem, Orihime e Kengyu esquecem completamente de suas obrigações e dedicam-se apenas ao amor. Por esse motivo, eles são transformados em estrelas e separados pela Via Láctea. Comovido com a tristeza do casal, o Senhor Celestial permite um único encontro anual entre os amantes, num dia de julho. Baseado nessa lenda nasceu o Tanabata Matsuri - Festival das Estrelas.”
A lenda diz que todos os desejos são atendidos no momento mágico do encontro entre Orihime e Kengyu, por isso os pedidos representando as estrelas são colocados no bambu, e “levados” para serem atendidos.
Bom, depois de colocar o pedido no Sasa Dake (o nome japonês do bambu) fui até uma barraquinha de amuletos (parece até jogo de RPG!) comprar um guizo.

Sabe, aqueles guizos que as mulheres usam nos quimonos de filmes japoneses clássicos (Jidai Geki)?

Pois é, tem vários e cada um deles representa uma coisa diferente. Muito bacana mesmo.
Assim, foi o passeio pelo Tanabata Matsuri que apesar das imensas filas e aglomerações, é super legal. Mesmo pra você que mora em outro Estado e vem para o Animecon, uma pedida é almoçar na feira da Liberdade no domingo (21/07). Do Animecon, basta pegar o Metrô no sentido Tucuruvi e descer na estação Liberdade que fica direto na praça. Depois de comer, é só pegar o metrô de volta no sentido Santa Cruz e voltar pro evento.





Da esquerda para direita: Tathiana, Juliano, Edson e Alline


Bom, pra terminar encontrei alguns amigos e fomos assistir Homens de preto 2. Antes de me perguntar porque fui de novo, tenho que dizer que as cabines permitem uma crítica na época do lançamento, mas não permitem a companhia da minha namorada que é o que interessa na verdade.
Finalmente devolvi a câmera digital que peguei emprestada do Edson e tirei essa foto com a minha. Valeu cara, obrigado!


Spirited Away: Henshin confirma que o filme será lançado no Brasil pela Europa Filmes
Não falei! É, tem que começar a prestar atenção nas pequenas coisas.



Do site Henshin:

"Se os otakus achavam que Spirited Away (Sen to Chihiro no Kamikakushi), a última obra de Hayao Miyazaki, teria o mesmo destino que Princesa Mononoke (que chegou a ser dublado, mas nunca foi lançado sequer em vídeo), estavam enganados.

O atual campeão das bilheterias nipônicas vai ser distribuído nos cinemas brasileiros pela Europa Filmes. Segundo a assessoria de imprensa da empresa, o anime deve chegar às telonas de todo país ainda no segundo semestre de 2002.

Caso você não queira esperar o lançamento nacional de Spirited Away poderá ver o longa em primeira mão no Anima Mundi 2002. O evento rola neste mês no Rio de Janeiro e em São Paulo..."

É tosco, mas como isso aqui é um blog, então posso dizer:

Não falei?

O post anterior sobre Sen to Chihiro no Kamikakushi, já estava apontando para uma coisa dessas, só faltava alguém confirmar. Mas tenho que dizer, estou ficando com um bom faro pra essas coisas. Se bem que na verdade, os editores que estão a mais tempo no trabalho não reparam muito nisso e acabam perdendo informação que fica bem embaixo do nariz. Acho que falta um pouco de "faro jornalístico" e sobra uma certa acomodação. Mas essa da Henshin foi bem legal, apesar de ter quase certeza que isso é coisa do Edicarlos, um amigo que trabalha por lá. Digo isso, porque nós discutimos isso algumas vezes e acho que ele seria um dos únicos a reparar numa coisa dessas. Já viu aquela frase:"Não se ensinam novos truques, para um macaco-velho"? Pois é. Ele não é macaco, e nem é velho...rs...
E o Blog deve ter ajudado, porque eu sei que pelo menos uma pessoa na JBC é leitor assíduo disso aqui...hehehe... E depois tem gente que vem discutir com você a tal da obrigatoriedade do diploma de jornalismo. Brincadeira, viu!


Cartoon Network participa da décima edição do Anima Mundi
Canal oferece ao público do festival uma Retrospectiva Chuck Jones e a pré-estréia de “Samurai Jack”



O Cartoon Network participa mais uma vez do Anima Mundi, que em 2002 está comemorando uma década de existência. O canal dará ao público do Anima Mundi a oportunidade de (re)ver desenhos significativos da carreira do mestre Chuck Jones e de conferir em primeira mão o episódio piloto de Samurai Jack, mais nova produção original do Cartoon Network, aclamada pela crítica nos EUA e que estréia no Brasil dia 6 de setembro.

“É uma grande satisfação participar do Anima Mundi, que este ano tem um clima de festa. Para celebrar os 10 anos do festival, ofereceremos algumas das obras-primas de Chuck Jones, cuja contribuição para o mundo da animação e para o Cartoon Network é imensurável, e também exibiremos Samurai Jack, criado por um dos grandes nomes da animação hoje”, afirmou Barry Koch, vice-presidente sênior e gerente geral do Cartoon Network e Boomerang para a América Latina.

Em mais de meio século dirigindo animação, Charles M. Jones redefiniu, quase sozinho, a cultura dos cartoons. Sua marca ficará para sempre, impressa nos famosos personagens Looney Tunes da Warner Bros. que ajudou a criar como Pernalonga, Patolino e Gaguinho. De suas mãos talentosas também saíram os ícones Papa Léguas, Coyote, Marvin, o Marciano e Pepe Le Pew.

Nesta retrospectiva, serão exibidos os clássicos “Que Ópera, Velhinho” (What’s Opera Doc, 1957) e “O Coelho de Sevilha” (Rabbit of Seville, 1950) estrelando Pernalonga e Hortelino Trocaletras; “Duck Dodgers no Século 24 e ½” (Duck Dodgers in the 24 ½ Century, 1953) com Patolino, Gaguinho e Marvin, o Marciano; “Pato Furioso” (Duck Amuck, 1953) também com Patolino; “Contatos Imediatos” (Hare-way to the Stars, 1958) com Pernalonga e Marvin; “Coelho de Waikiki” (Wackiki Wabbit, 1943) com Pernalonga; “Gato Assustado” (Scaredy Cat, 1948) com Gaguinho e Frajola; “Pequeno Cão Órfão” (Little Orphan Airedale, 1947) com Gaguinho e o cachorro Charlie; e “One Froggy Evening” (idem, 1955).

Mais uma criação de Genndy Tartakovsky (O Laboratório de Dexter) para o Cartoon Network, Samurai Jack conta a história de um guerreiro medieval determinado a derrotar o diabólico mago Abu. Mesmo treinado desde pequeno nas artes marciais, ele não consegue evitar que Abu o envie para um portal do tempo que o levará a um estranho e negro futuro, onde ganhará o nome de Samurai Jack. Seu único objetivo é encontrar um portal que o mandará de volta para casa para libertar seu povo, mas ele está preso no futuro sombrio comandado pelos perigosos soldados de Abu. Em sua jornada em busca do portal para o retorno, Samurai Jack encontra civilizações diferentes, paisagens fantásticas e criaturas bizarras. De poucas palavras, Jack depende de seu treinamento como guerreiro, que combina inteligência, controle e força física, para ajudá-lo.

Calendário e locais das sessões:

Retrospectiva Chuck Jones Samurai Jack

12 de julho - 17h (CCBB - Teatro 2) 13 de julho - 17h (CCBB - Teatro 2)
14 de julho - 18h30 (CCBB) 17 de julho - 13h (Justiça Federal)
18 de julho - 18h (Correios) 18 de julho - 16h (Justiça Federal)
19 de julho - 15h30 (CCBB - Teatro 2) 19 de julho - 13h (Justiça Federal)
20 de julho - 18h30 (CCBB) 20 de julho - 16h30 (Correios)
21 de julho - 17h30 (Justiça Federal) 21 de julho - 18h30 (CCBB)
28 de julho - 18h30 (Centro Britânico) 28 de julho - 14h30 (Centro Britânico)

Endereços:

Centro Cultural Banco do Brasil - Av. Primeiro de Março, 66 - Rio de Janeiro
Espaço Cultural dos Correios - Rua Visconde de Itaboraí, 20 - Rio de Janeiro
Centro Cultural da Justiça Federal - Av. Rio Branco, 241 - Rio de Janeiro
Centro Brasileiro Britânico - Rua Ferreira de Araújo, 741 - São Paulo

Anima Mundi, o maior festival de cinema de animação do país e um dos principais do gênero no mundo, já formou profissionais, incrementou o mercado e até mudou os conceitos sobre animação desde sua criação em 1993. O festival celebra 10 anos trazendo ao púbico brasileiro uma seleção com os melhores filmes e vídeos do mundo da animação. Serão apresentados curtas e longas-metragens, seriados e comerciais de diversos países realizados em diversos estilos visuais, linguagens narrativas e técnicas de animação.

"Você vai acessar esse blog todos os dias pelo resto da vida!"

Movie Review: Homens de Preto 2
De volta para combater a escória do Universo



Nesta sexta-feira estréia nos cinemas do Brasil a continuação de uma das comédias mais famosas de todos os tempos.
Em Homens de Preto 2 (MIIB), os agentes Kay (Tommy Lee Jones) e Jay (Will Smith) continuam sua aventura para garantir a proteção da Terra contra o que há de pior no Universo.
Quatro anos se passaram desde que os agentes enfrentaram um desastre interplanetário. Kay foi “neuralizado” e retornou para sua mulher e para a tranqüilidade de uma vida comum, enquanto Jay continou na Homens de Preto, a hiper-secreta agência do governo responsável por todos os assuntos relacionados a seres estranhos na Terra.


Enquanto investiga um crime aparentemente de rotina, Jay desvenda um diabólico plano armado por Serleena (Lara Flynn Boyle), uma Kilotiana monstruosa e cruel, que se disfarçou de modelo sexy de lingerie. A garota quer uma tal de luz de Zartha, uma coisa que pra variar, pode destruir o universo. Mas a única pessoa que sabe onde a luz está é o agente Kay que precisa ser re-integrado a agência usando um “desneuralizador”. Assim, quando Serleena domina todo o prédio da MIB, o agente Jay sai atrás de Kay, que anda esquecido numa repartição dos correiros, sem muito lá o que fazer. Mais uma vez Kay e Jay, os corajosos agentes da MIB precisam correr contra o tempo para que nada aconteça ao planeta Terra.


Não sei se deu pra reparar que a dinâmica do primeiro e do segundo filmes são muito parecidas. Os dois agentes saem a caça de uma coisa que, se cair em mãos erradas, pode destruir o planeta.
Homens de Preto 2, parte do pressuposto que o espectador já possui a base da história que foi dada no primeiro filme. Já conhecemos quase tudo sobre os agentes e a agência Homens de Preto. Sendo assim, MIB 2 é só comédia, misturando situações inusitadas com o humor de diálogos muito divertidos.
Você tem a noção de que se perdeu um pouco do clima de ficção-científica e procurou-se ficar mais no lado engraçado do filme. Assim, o primeiro filme tem uma história mais completa, enquanto que o segundo é mais engraçado e cheio de alienígenas.


Entre alguns possíveis furos no roteiro, você que assistiu o primeiro filme irá se perguntar, onde raios estão as namoradas de Kay e Jay? Mas não se preocupe que os roteiristas acharam uma forma rápida e não muito convincente de explicar. Mas isso, de jeito nenhum, tira o mérito do filmaço que é Homens de Preto 2, e vai arrancar gargalhadas até do cara mais chato da turma. Você vai se divertir muito vendo a dinâmica entre Kay e Jay, e como eles resolvem o problema com a tal vilã que é má, mas ao mesmo tempo é "boa" pra caramba! Além disso, temos a aparição especial de Michael Jackson que faz uma ponta, mas que já vale todo o filme. Homens de Preto 2 é altamente recomendado para quem curte uma boa comédia.

Quer mais? Então vá até o Hot Site nacional da Columbia CLICANDO AQUI ou vá ao site americano CLICANDO AQUI.


Tomei um pouco do Elemento X

Movie Review: As Meninas Superpoderosas
Um episódio espichado do seriado de tevê



No dia 7 de julho, sábado passado fui convidado pela Warner Bros e pelo Cartoon Network para a pré-estréia de As Meninas Superpoderosas – o filme. Fui conferir o filme junto com a namorada e alguns amigos. Na entrada peguei todo o material de imprensa e como todos que estava por lá, ganhei uma camiseta e direito a pipoca e refrigerante. Conversando com uma das assessoras da Turner, descobri que estavam lotando todas as 9 salas de cinema do local (putz!).

No hall de entrada dos cinemas estavam expostos os novos produtos da linha As Meninas Superpoderosas, que deve chegar as lojas algum tempo após o filme entrar em cartaz nos cinemas. No embalo, a editora Abril lançará a adaptação em quadrinhos do filme que ficou muito parecido com a produção.
Antes das garotinhas chegarem, a cidade de Townsville era um lugar terrível, onde o crime tomava conta e as pessoas tinham medo de sair de casa. O prefeito da cidade não podia fazer nada e os policiais só comiam rosquinhas.


Assim, um cidadão de Townsville, o Profesor Utônio, lembrando dos velhos tempos quando tudo era simples e as pessoas eram felizes resolveu criar uma menininha para que pudesse educar e ensinar o que era correto. Assim, ele resolveu misturar Tempero, açúcar e tudo que há de bom na fórmula para criar a menina perfeita. Mas por descuido de seu macaco de laboratório, Caco, ele deixou cair o poderoso elemento X, criando assim não apenas uma, mas três meninas com poderes inimagináveis. E assim nasceram As Meninas Superpoderosas.
Bom, mas como elas se tornaram combatentes do crime? Como elas ficaram famosas e como aprenderam a controlar seus poderes? É por aí mesmo que a história toda se desenvolve.



A Tathy não parece a Docinho?


“O filme retrata os fatos que ocorreram nas vidas das Meninas e que as fizeram decidir se tornar super-heroínas. Elas nasceram com superpoderes, mas não nasceram heroínas – fatos aconteceram e as levaram a acreditar que este era o caminho que deveriam seguir” - diz Craig McCracken criador da Meninas.



As Meninas Superpoderosas – o filme segue por uma linha diferente para agradar adultos, crianças e também ganhar novos fãs. “Podíamos ter feito o filme voltado apenas para os fãs incondicionais da série, incluindo um monte de piadas privadas, mas achei que isso deixaria fora aquelas pessoas que nunca assistiram a série” – explica Craig.
Quem conhece os desenhos de Craig McCracken sabe que ele é absolutamente antenado com tudo sobre cultura pop, incluindo cinema, quadrinhos, anime, mangá e seriados live-action, e usa tudo isso para criar clichês engraçadíssimos. É essa a fórmula criada por ele para agradar marmanjos e a garotada. Ao mesmo tempo em que Craig McCracken deixa uma mensagem positiva para as crianças, faz os adultos morrerem de rir.



Em um certo momento, quando se reúnem para brincar na escolinha, as meninas acabam causando grandes problemas para a cidade, o que faz com que elas não sejam aceitas pela sociedade de Townsville. Chateadas, as três perdem-se na cidade e resolvem não usar seus poderes. Assim, nos becos acabam conhecendo, o Macaco Loco que se aproveita da ingenuidade das meninas, e as convence a usar seus poderes para criar a “Máquina-Ajude-a-Cidade-e-Faça-Ela-Melhorar”(?) que dará a elas o amor e a admiração do povo da cidade. É óbvio que na verdade, essa máquina é um plano maligno do Macaco Loco para dominar o mundo e acabar com as pessoas que nunca o amaram. Dá pra imaginar que essa é a deixa para rolarem seqüências envolvendo clichês de filmes como O planeta dos macacos, King Kong e até aqueles seriados de heróis japoneses estilo Changeman. Em um dado momento, o Macaco Loco convoca um exército de macacos que começam a destruir a cidade. E cada um deles se apresenta com um superpoder, essa parte é absolutamente imperdível.



Se tenho mais de 17 anos, vale a pena ir ao cinema?



Olha tenho que confessar que no começo achei que não valeria a pena, afinal do ponto de vista da produção, As Meninas Superpoderosas – o filme não passa de um episódio espichado da série de tevê com um pouco de computação gráfica. E tem até umas seqüências mal editadas que parece que colocaram ali apenas para aumentar o tempo do filme.
Mas depois de assistir ao filme inteiro, toda aquela má impressão passou, e saí da sala de exibição comentando o filme com os amigos, como se tivéssemos acabado de assistir a um filme voltado para nossa idade (a média na faixa dos 25 anos). Então, se você ainda tem receio, pode ir que não vai se arrepender. SE você assistiu algum episódio da tevê já sabe muito bem o que esperar, por isso pode juntar aquela galera, comprar um saco de pipoca, um refri e mãos á obra. Craig McCracken é brilhante, além de um maluco cheio de boas piadas na cabeça.



Spirited Away no Brasil parte 2
A notícia da exibição do Anime no Brasil já está correndo o mundo




Essa notícia eu recebi através de uma lista de discussões americana, e a notícia está no site Nausicaa.net, apesar de não-oficial, um dos sites ocidentais mais completos sobre as produções do Estúdio Ghibli. Vale a pena dar uma olhada.
Os horários das únicas exibições do Anime no Brasil você confere junto com a notícia americana abaixo:

July 9, 2002: "Sen" at the Anima Mundi Festival in Brazil
"Sen to Chihiro no Kamikakushi" (Japanese audio with Portuguese subtitles) will be shown twice during the festival:

São Paulo

7/27 - 20:00: ESPAÇO UNIBANCO DE CINEMA (Unibank Space of Cinema)

Rio de Janeiro

7/20 - 20:00: CINEMA ODEON BR

An introduction to the festival (in English) or the main festival website (in Portuguese).

Thanks to Roger Labuto de Barros for the news.






Spirited Away no Brasil: será que sai mais coelho dessa cartola?
Assessoria da Disney ainda não tem informações sobre a exibição inédita no Brasil...



Essa semana resolvi investigar um pouco mais essa exibição de Spirited Away no Brasil. O que me chamou a atenção na página do Anima Mundi foi o fato de estar marcado como "pré-estréia", o que me levou a pensar o óbvio, se tem uma pré-estréia deve haver uma estréia correto? Bom, a não ser que eles tenham errado a programação na internet. Eu sei que A bela é a fera versão inédita com novas sequências e formato para tela gigante (Imax) terá uma pré-estréia no Anima Mundi, e depois será lançado novamente nos cinemas em Setembro.

Na dúvida resolvi perguntar para uma das assesoras de imprensa da Disney, confira a pergunta e resposta abaixo:

Pergunta:

"Lembra, aquele longa de animação japonês que ganhou o urso em Berlim e que foi comprado pela Disney americana? Pois é, o filme será exibido na mostra de animação, Anima Mundi 2002. Então, gostaria de saber se vocês estão envolvidos com essa exibição e se agora existe alguma possibilidade de Spirited Away ser lançado no Brasil pela Disney?"

Resposta:

"Não, Renato. Ainda não temos informações sobre o lçto desse filme no Brasil. Nossa participação no Anima Mundi será com Branca de Neve e Os Sete Anões (totalmente remasterizado) e A Bela e A Fera (inédito com novas sequências).
No Rio teremos também um espaço interativo para as crianças de Monstros S.A."


Ah, estaca zero novamente... Mas então será que aquele "pré-estréia" escrito ao lado do Anime estava errado? Ou talvez venha para o Brasil, mas através de outro licenciador? Perguntas sem resposta. Uhhhhh... é um mistério.
É sempre muito bom dar uma investigada nessas pequenas informações. É assim que normalmente rolam os furos sem perder a credibilidade de acabar errando, e inventando uma notícia falsa. É dando uma olhada nos pequenos detalhes que descobrimos as grandes notícias, sejam elas guerras, política ou uma simples notinha sobre Anime. Foi desse jeito que descobri que Transformers Car Robots viria para o Brasil. Dei uma olhada em uma entrevista com um dublador na Henshin, e ele disse que estava dublando o Líder Optimus de um novo desenho, e assim, fui dando uma procurada e depois joguei a notinha no site herói.
Dessa forma, os dubladores viraram uma fonte de notícias para os fãs de Anime. Tal animação está sendo dublada? É pq vai passar em algum canal. É assim que se descobrem os Shaman King, os Inu Yasha e os YuGiOh da vida. Antes de qualquer canal pensar em se interessar no desenho ele já está sendo dublado.


Estudei aqui por três anos, agora é o local do Animecon 2002

Momento família: conheça o local de onde saem as informações do blog
Hora de dar um break e encher um pouco de linguiça...



Este é mais um daqueles posts família típicos de blogs de pessoas normais...rs...isso é só pra afirmar que isso aqui ainda continua sendo um blog...
Descolei uma câmera digital na semana passada, apesar de ainda estar com a do meu amigo Edson Kimura. Eu não sei como agradecer cara, então vai um OBRIGADO de coração. É, são poucos os amigos que emprestam uma câmera digital pra você, assim numa boa. Mas enfim, agora que estou com a câmera nova, fiquei procurando alguma coisa legal da minha casa pra mostrar aqui. Bom, mas o que poderia mostrar? Minha casa não tem muitos móveis é bem desarrumada, o meu quarto é maluco. Sou meio relaxado com algumas coisas.

Moro com o meu pai, com a minha tia que está de favor e com o meu cachorro, que na verdade não é meu, é da minha irmã que agora mora com a minha mãe. Meus pais ficaram casados durante 25 anos, mas hoje estão separados, não no papel, mas estão. Minha mãe pegou algumas coisas, saiu de casa e foi morar em Fortaleza com a minha irmã. Apesar das praias e do sol exuberante como minha mãe sempre diz, nunca fui visitá-la. Acho que faz aproximadamente dois anos que ela deve estar morando por lá. Bom, faz tempo que a gente não se vê pessoalmente, mas creio que elas devem ter mudado. Em alguns telefonemas rola até um sotaque do norte...rs... e minha irmã está fazendo faculdade de Educação Física, então já deve estar mais bonita do que eu possa me lembrar. Mas tudo bem, sinto saudades mas nada que vá matar. Só espero vê-las algum dia, em algum momento sei lá.
Mas falando do cachorro, minha irmã trouxe da rua é uma espécie de bicho peludo, vira-lata e sem-raça. O bom é que ela (é uma cadela!) sabe bem o lugar na casa, não enche o saco, não faz tôtô em todos os lugares, então tá bom. Ela fica na dela que eu fico na minha.


Esse é o computador de onde saem os posts aqui do blog...

Bem, meu quarto é como o quarto de qualquer pessoa, mas com uma diferença: tem pouco espaço pra muita coisa. Sendo redator de quadrinhos, cinema, animação japonesa e outros cacarecos por aí, meu quarto é lotado de coisas relacionadas a isso. Gosto muito de postêres de filmes e Action Figures, isso além das revistas, livros, videogames e fitas de vídeo, que estão guardadas no meu armário junto com as minhas roupas (putz!). Meu computador está socado embaixo de uma tevê e ao lado do meu vídeo e do DVD. Ao lado da tevê tem um monte de livros, mangás e cds de Playstation e Dreamcast (Bom, dá pra ver isso na foto, né!).

Acho que os únicos bens que tenho estão no meu quarto, e o pior é que sempre penso em alguma coisa que possa usar pra trabalhar depois. Mas nesse meio, as coisas legais é o que a gente usa pra trabalhar. Isso é bom! Eu me lembro quando comprei o Game Boy Advance, pensando que talvez pudesse fazer umas matérias, e não é que todo mês ando fazendo pelo menos um review pra Nintendo World?
Tudo bem, isso deve ser o sonho de qualquer viciado em videogame, fã de anime ou qualquer coisa do gênero. Mas fique sabendo que eu dei um duro danado pra conseguir comprar essas coisas. E foram pelo menos alguns anos até ter isso aí, que também não é lá aquelas coisas. Mas me orgulho porque saiu do meu bolso e da minha grana, sem "prejú" pros meus pais.

Mas para terminar as coisas legais que há no meu quarto, tem um desenho muito interessante na minha parede. Quando a Tathy foi a minha casa pela primeira vez, depois que começamos a namorar, pedi para ela se desenhar na minha parede. Na época ela desenhava no estilo mangá, então foi bem fácil, ela fez essa obra de arte no dia 18 de abril de 1998. Legal, né! Ela fez o desenho ao lado da minha cama, do lado onde coloco a cabeça antes de dormir.
Um dia, falei brincando para ela que se nós terminassemos, pediria para a próxima namorada se desenhar ao lado do desenho dela. Nem preciso dizer que ela ficou um fera e disse: Ah! Vai fazer um monte de troféus então? Bom, pelo menos ela não pode dizer que não penso nela todos os dias na hora de dormir.







Anima Mundi traz animes em sua programação
Sandra Monte dá três motivos para você conferir a mostra



O Blog da moça é o Soneca Pikachu


"O 10º Festival Internacional de Animação, o Anima Mundi 2002, traz muitas atrações para este ano. Dentre elas estão alguns animes como Vampire Hunter D - Bloodlust, Jin Roh e o vencedor do Urso de Ouro de Berlim Spirited Away (Sent To Chihiro no Kamikakushi em japonês) de Hayao Miyazaki. Além disso, haverá ciclo de palestras, workshops, exposições e as exibições de curtas e longas nacionais e internacionais. O evento se inicia dia 12 no Rio de Janeiro e vai até 21 próximo. Em seguida, o Anima Mundi desembarca em São Paulo dos dias 24 a 28 de julho."

Para mais informações sobre a programação e locais onde serão exibidos os filmes vá ao site do evento. É só clicar na imagem abaixo:





Movie Review: Spirit – o corcel indomável
“Venha para onde está o sabor...”




“Queríamos quebrar todas as regras, a começar pelo fato de um filme ser contado através dos olhos de um cavalo. Nenhum animal ali fala”. – palavras do produtor Jeffrey Katzenberg


Quando ouvi que Spirit seria algo como “saiba como foi a conquista do oeste americano pela visão de um cavalo”, fiquei preocupado. Afinal, como iriam fazer isso?
Passei a semana inteira ouvindo gente dizendo que Spirit era um animado bem ruim, mas tinha que conferir com meus próprios olhos. O pior é que é verdade, a primeira impressão que se tem depois de assisti-lo é de que tudo poderia ser bem melhor, afinal não foi o visual, a trilha sonora, a dublagem ou a história que deixaram o filme fraco, mas sim, a combinação de todos esses elementos.
A começar pela parte visual, Spirit seria aquele que uniria animação tradicional com CGI (computação gráfica) de forma convincente. Unir o mundo irreal da animação com o realismo da tridimensionalidade. Spirit não consegue fazer isso, parece que faltou dinheiro no meio da produção. Você consegue notar defeitos tremendos, algumas vezes os personagens em primeiro plano são desenhados, enquanto que os do fundo foram moldados em CGI, mas de forma tão mal feita que mais parecem saídos de algum jogo do Playstation.



SPIRIT — O CORCEL INDOMÁVEL foi rodado com todas as intenções e objetivos de um filme mudo, com a narração, música e canções gravadas depois que a animação estivesse completa. Kelly Asbury explica: “Decidimos contar a história visualmente. A pequena quantidade de narração ou de diálogo foi cuidadosamente selecionada para os momentos-chave do filme de forma a dar apoio à história, com a mesma função daqueles cartões-legendas da época dos filmes mudos”.Ninguém entendeu isso. Nem eu!

Na dublagem, temos Matt Damon sendo o narrador que expressa os sentimentos do cavalo-protagonista, enquanto o mesmo fica relinchando o filme inteiro, o que por mais incrível que pareça, tira toda a emoção das cenas.
E como se já não bastasse, tem as músicas do Paulo Ricardo que não combinam com o que está acontecendo na história. Isso sem falar que cada vez que entra uma música do cara dá vontade de dar uma cabeçada na parede mais próxima.
Segundo o release,” SPIRIT — O CORCEL INDOMÁVEL mostra as aventuras de um mustangue garanhão à medida que ele atravessa a selvagem fronteira americana. Ao encontrar o homem pela primeira vez, Spirit desafia ser domado, apesar de acabar por desenvolver uma incrível amizade por um jovem índio Lakota chamado Pequeno Rio. O corajoso e jovem garanhão também descobre o amor de uma linda égua malhada, chamada Chuva, em sua jornada para se tornar um dos maiores heróis não-glorificados do Velho Oeste.Putz! E Depois disso, ele vive feliz para sempre? O Velho Oeste serve como pano de fundo para uma história previsível e sem graça. É uma pena, poderia mesmo ter saído bem melhor.



Curiosidades Curiosas


O pior é saber que os caras tiveram um trabalhão. Saca só:

A equipe, composta por mais de 380 pessoas, trabalhou ao longo de três anos para produzir Spirit. Os diretores de SPIRIT- O CORCEL INDOMÁVEL, Kelly Asbury e Lorna Cook, já haviam trabalhado juntos na história do primeiro filme de animação da DreamWorks, O Príncipe do Egito.



Sobre a produção:



· 70% dos profissionais que trabalharam nas imagens de animação em 2D e 3D são de nacionalidade diversa da americana, vindos de 15 diferentes países e dos cinco continentes.

· 2.785 semanas foi o tempo que se levou trabalhando para criar as imagens em 2D dos personagens entre março de 2000 e junho de 2001.

· Foram feitos ao todo 118.056 desenhos que, se fossem postos lado a lado, se estenderiam por mais de 50km.


Sobre o efeitos:



· SPIRIT - O CORCEL INDOMÁVEL utilizou novas tecnologias para que as sombras fossem desenhadas digitalmente em aproximadamente 95% das tomadas com efeitos, que haviam sido desenhadas à mão em O Príncipe do Egito e O Caminho para o Eldorado.

· O departamento de efeitos em 2D criou mais de 137.000 desenhos no curso da produção.

· 40% das cenas de SPIRIT¾O CORCEL INDOMÁVEL possuem efeitos em 3D, incluindo fogo, fumaça, água, grama, poeira, correntes, nuvens e objetos de cena.

· 149 cenas têm correntes criadas por efeitos em 3D (especialmente na seqüência em que Spirit e os demais cavalos puxam a locomotiva morro acima).

· 46 cenas têm efeitos em 3D com água, com nada menos que 503.684 efeitos em 3D de água espirrando (principalmente na seqüência intitulada O Resgate de Chuva).

· O trabalho com efeitos em 3D no filme requereu 16 artistas de altíssimo nível e consumiu 17 meses para ser concluído.



Sobre o design dos cenários:



· O Departamento de Cenários usou mais de 375 latas de tinta e mais de 400 pincéis.

· Alguns dos esboços experimentais do filme eram tão detalhistas que eram freqüentemente confundidos com os efetivamente pintados.

· A equipe de criação dos cenários viajou para Vasquez Rocks (região onde são filmados os filmes de faroeste) a fim de buscar inspiração para pintar as paisagens do filme.

· Mais de 4000km de terreno do oeste dos EUA foi pintado como pano de fundo da jornada de Spirit. Os cenários abrangeram do Grand Canyon aos Grand Tetons.

· O departamento pintou todo tipo de paisagem conhecida, desde as planícies secas às congelantes pradarias.

· 421.154 desenhos foram escaneados no decorrer da produção. Se postos lado a lado, se espalhariam por 186km, quase a metade da distância até a Estação Espacial Internacional.

· Para poder se adequar ao formato wide-screen, a animação da águia era por vezes feita no papel, com uma largura de cerca de 90cm.



O trabalho de pesquisa:



· A equipe de criação de SPIRIT - O CORCEL INDOMÁVEL visitou oito parques nacionais localizados no oeste dos EUA em quatro dias: Glacier National Park, National Bison Range, Yellowstone Park, Grand Teton, Monument Valley, Bryce Canyon, Grand Canyon e Yosemite.

· Um pôr-do-sol no Grand Canyon inspirou a cena com o sol se pondo na seqüência da Journey Montage.

· Quando uma queda da energia aconteceu em Monument Valley, no estado de Utah, a escuridão total e uma tempestade com raios ao longe serviram de inspiração para uma impactante cena com relâmpagos.

· Durante a pré-produção, a equipe de criação assistiu diversas palestras ministradas por Bruce Bloch sobre a aplicação do formato wide-screen.

Sobre a tecnologia:



· Mecanismos especiais foram desenvolvidos para que o equipamento destinado a escanear imagens se adequasse aos desenhos para o formato wide-screen.

· Um sistema de última geração para testar a arte com lápis denominado Toonshooter foi desenvolvido para o filme. Software e hardware sob medida foram criados para serem usados pelos profissionais de animação.

· O Toonshooter permite que os artistas verifiquem se o trabalho de animação está de acordo com a fidelidade e a resolução que um filme exige, e também permite que se mantenha a continuidade relativamente a outros personagens, cenários e efeitos.

· 200.000 linhas de código de software foram escritas para SPIRIT¾O CORCEL INDOMÁVEL.

· 1.040 recursos de software foram utilizados.

· 56.890 pés de filme foram utilizados.



Infraestrutura técnica de computação:



· 400 estações de trabalho de última geração foram usadas na criação de SPIRIT¾O CORCEL INDOMÁVEL.

o 150 dos quais eram HP, Intel P3, processadores 1Ghz (com um processador ou um par de processadores)
o 250 dos quais eram da marca SGI-Silicon Graphics International (Octanes e O2)

· Estatísticas dos processadores renderfarm:
o 150 processadores renderfarm da SGI
§ 75 deles eram Origin200’s
§ 3 multiprocessadores (8 e 16) Origin2000s
o 32 processadores Intel/Linux renderfarm

· 3.5 Terabytes em armazenamento de dados foram utilizados em SPIRIT¾O CORCEL INDOMÁVEL

· O filme marca a primeira utilização significativa do sistema operacional Linux na produção de animação que usa tecnologia de última geração.

o SPIRIT - O CORCEL INDOMÁVEL foi o primeiro filme todo desenhado e colorido digitalmente usando o sistema operacional Linux.
o Todo o processamento de imagens (digitalização e processamento de desenhos em traço) foi feito no sistema operacional Linux (32 processadores renderfarm - Intel P3)

A panorâmica da terra natal:



· O design da primeira tomada, conhecida como a Panorâmica da Terra Natal, levou 9 meses e mostra um vôo contínuo através do movimento da câmera, que conduz o público pelos vários parques nacionais americanos.

· Esta seqüência foi uma das primeiras a terem sua produção iniciada e uma das últimas a serem concluídas.

· A Panorâmica da Terra Natal tem 4.183 quadros (2 minutos e 54 segundos).

· A panorâmica levou 25.500 horas para ser completada, o que equivale a uma pessoa trabalhando mais de 8 anos sem férias. Durou 42 vezes mais do que uma tomada típica.

· Durante a sua criação, a tomada foi dividida em 7 partes, com o intuito de facilitar a produção. As partes foram depois unidas sem emendas.

· A panorâmica foi feita através da combinação de milhares de partes que incluíram:
o 723 elementos em 2D para o cenário
o 2.664 desenhos feitos em animação tradicional
o 126.027 elementos gerados por computação gráfica
o 1.856 elementos pintados que foram transportados para 3D de modo a se fazer os cenários virtuais



O design de som:



· Os sons característicos dos cavalos que são ouvidos no filme são autênticos, e não reproduzidos por atores.

· Dois editores assistentes e o desenhista de som passaram 150 horas gravando diferentes sons emitidos por cavalos em seu habitat.

· O especialista em cavalos Dr. Deb passou dois anos trabalhando com esses animais em Fresno, na Califórnia, para conseguir captar os sons emitidos por cavalos utilizados no filme.

· 1.500 vocais diferentes de cavalos foram usados no filme.



A misteriosa caixa dourada de LOTR

O Senhor dos anéis - A sociedade do anel em DVD
Warner ainda não sabe se lançará a versão especial no Brasil



Hoje rolou uma apresentação super especial da Warner Bros., e quem esteve presente conferiu em primeira mão as datas de lançamentos dos novos filmes da empresa, bem como recebeu uma caixa dourada. Dentro dela estavam todos os planos de divulgação e uma cópia em VHS de um dos maiores filmes de todos os tempos: O Senhor dos Anéis - A sociedade do anel.
Sabemos que a primeira versão em DVD e vídeo, para venda e locação será lançada no dia 6 de agosto (lançamento no mesmo dia do americano), mas nada foi revelado quanto ao preço.
Uma das coisas interessantes foi descobrir que a Warner Bros do Brasil ainda não tem uma posição definitiva sobre o lançamento da versão extendida em DVD, aquele Box especial com mais trinta minutos incluídos no filme e diversos discos com extras. Uma série de contratos estão sendo firmados e deles deverá surgir uma decisão definitiva.
Na apresentação, O Senhor dos Anéis - As duas torres teve seu primeiro trailer oficial, legendado e exibido em 35mm com a certeza de lançamento no dia 1o de janeiro, já que o novo filme de Xuxa, Xuxa e os Duendes 2 - o caminho das fadas, será lançado no dia 14 de dezembro.
Entre os filmes infantis mais esperados do ano está Scooby Doo que chega ás telas brazucas no dia 4 de outubro, com uma versão dublada pelos mesmos dubladores do desenho animado. Sim, o Scooby é dublado pelo Seu Perú!
Em novembro temos Harry Potter e a Câmara Secreta e somente no mês de maio de 2003 chega ás telas o esperado Matrix Reloaded.



Frase da semana: Spirit - o corcel indomável
Essas foram muito boas!



Na segunda-feira passei na Electronic Arts e fiquei batendo papo com meu amigo que trampa lá. Na conversa estávamos falando dos novos desenhos animados que estão saindo. Perguntei se ele veria Spirit, o novo desenho da Dreamworks e ele respondeu: "Eu acho que não! Meu pesadelo se tornou realidade, um cavalo dublado pelo Paulo Ricardo. Tô fora." Lembrando que o cavalo não fala, mas é engraçado imaginar o Paulo Ricardo de cavalo, né! :P
A outra frase veio do rádio da minha namorada. Enquanto ela ouvia Alpha FM (putz! q rádio boa!), ouviu a apresentadora falar sobre a pré-estréia de Spirit, ela dizia: "Não percam essa semana a pré estréia de Spirit - o coronel indomado" putz... coronel indomado é de doer na alma!

Bom, mesmo assim o filme tá aí. Dos jornalistas que já viram Spirit, disseram que gostaram mais de Lilo & Stitch porque é uma comédia sem pretensão. Já Spirit é um show de efeitos especiais, mas em compensação voltado totalmente para um público mais adulto. Não tem comparação.
Mesmo assim, pretendo assistir o filme no sábado depois de As meninas super poderosas... Terei uma overdose de animados neste sabadão!



Lilo e sua boneca Xepa (Todas as imagens são clicáveis menos esta)

Movie Review: Lilo & Stich
Disney acerta a mão em mais uma produção incrível



Eu tenho que começar dizendo que esse é o maior post que já coloquei por aqui, mas tem uma razão para isso. Não escrevi tudo. Esse texto saiu de um release de imprensa sobre Lilo & Stitch com mais de 33 páginas. Assim tentei colocar aqui apenas as coisas mais interessantes sobre o filme.
Finalmente, a Disney acertou a mão e descobriu que não é um visual mais adulto ou o fim dos animados musicais que farão com que uma produção se torne atrativa para o público exigente de adultos e crianças que a empresa formou. Lilo & Stitch foge do conceito Disney por apresentar personagens que possuem fraquezas humanas, podem ser bons e maus, e uma história que foge do “padrão infantil Disney” de criar fábulas adaptando clássicos já existentes. Visualmente, nada em Lilo & Stitch lembra uma produção clássica do estúdio, mas em contrapartida o enredo está recheado dos clichês conhecidos, além de um final feliz, claro!
Lilo & Stitch é um filme Disney e não é ao mesmo tempo. Mas para entender isso você precisa ir ao cinema. Está mais do que recomendado.
Se quiser ainda pode dar uma olhada nas notas de produção abaixo e descobrir algumas curiosidades sobre o filme.

A história:



A vida é cheia de desafios para Lilo, uma menininha havaiana solitária que mora com sua irmã e tutora, Nani, uma jovem de 19 anos. As duas lutam com dificuldade para dar conta de todas as suas responsabilidades sozinhas, mas as coisas não vão nada bem. Quando Cobra Bubbles, um severo assistente social, aparece para uma visita de rotina, ele encontra as irmãs no meio de uma discussão e a casa, numa grande desordem. Ele avisa a Nani que ela tem três dias para provar ser a tutora apropriada para Lilo ou sua situação terá de tomar outro rumo. Naquela noite, Lilo vê uma estrela cadente cortar os céus diante da janela do seu quarto e faz um pedido: ela deseja ter “alguém para ser seu amigo, alguém que não a abandone”. E acrescenta: “Podia me mandar um anjo – o melhor anjo que tiver.”
Na verdade, a estrela cadente é a espaçonave de uma criatura rabugenta (oficialmente conhecida como “Protótipo 626”) que fugiu do planeta Turo. Seu criador, um cientista louco chamado Jumba, explica que o tal Protótipo 626 é “à prova de bala, de fogo e pensa mais rápido que um super computador. Ele enxerga no escuro e é capaz de levantar objetos três mil vezes maiores do que ele. Seu único instinto …é destruir tudo em que tocar.” A Conselheira-Mor da Federação Galáctica não se deixa impressionar, condena Jumba à prisão e decreta que o 626 seja extraditado para um asteróide deserto e distante. Antes que a sentença possa ser executada o alien rouba uma nave policial e acaba indo para a Terra. Sem outra opção, a Conselheira-Mor oferece a Jumba a liberdade em troca de sua colaboração na captura do Protótipo 626. A fim de mantê-lo na linha, ela envia junto com ele Pleakley, um alienígena com três pernas e um único olho que é um entusiasmado perito sobre o planeta Terra (embora todo seu conhecimento seja fruto do estudo das imagens de seu visualizador portátil de slides, o View-master®).
O protótipo 626 chega a Terra e acaba atropelado por um caminhão. Ele acorda num canil, onde acaba cativando Lilo, que decide adotá-lo e batizá-lo de Stitch.


Ao perceber que Lilo e Nani lhe servirão como um escudo perfeito para proteger-se de Jumba e Pleakley, Stitch aceita a adoção e “gruda feito cola” em sua nova família.
Todavia, nem tudo vai bem no universo familiar. Stitch apronta sem parar, cria um grande caos e demonstra ser o bicho de estimação menos afetuoso que poderia haver no planeta. Mesmo assim, Lilo o acolhe e o encoraja a se tornar um cidadão exemplar como seu ídolo, Elvis Presley. Isso acontece por causa da palavra “o’hana” (o termo havaiano para o conceito da família, que quer dizer que ninguém é abandonado nem esquecido). Será que Stitch consegue entender o significado de família? Bom, aí você terá que ir ao cinema e ver o que o bicho apronta.



A trilha sonora:



Tornando Lilo & Stitch ainda mais divertido e original, sua animadíssima trilha é digna de um “Rei” – Elvis Presley, é claro. O filme apresenta seis dos maiores sucessos do repertório de Elvis, na voz do próprio cantor, bem como uma magnífica regravação de clássico de Elvis, “Burning Love,” numa versão moderna da cantora country nomeada do Grammy, Wynonna. Outro grande sucesso de Elvis, “Can’t Help Falling in Love with You”, é ouvido durante os créditos finais numa nova versão do popular grupo vocal sueco, A*Teens. O compositor aclamado Alan Silvestri (indicado ao Oscar® com Forrest Gump – O Contador de Histórias/ Forrest Gump) somou diversão e fantasia ao andamento criativo do filme, com sua trilha original, além de ter trabalhado em parceria com o renomado mestre e dançarino de hula, Mark Keali‘i Ho‘omalu, em dois números com temática havaiana. As canções havaianas são interpretadas pelo coro infantil de alunos da escola Kamehameha.



Curiosidades de produção:



A dupla de diretores e roteiristas Chris Sanders & Dean DeBlois guiou Lilo & Stitch desde suas origens ao longo de sua produção. Sanders – um artista polivalente que trabalha no departamento de animação dos estúdios Disney desde 1987 e já havia criado anteriormente os storyboards das cenas mais importantes de A Bela e A Fera (Beauty and the Beast), fora desenhista de produção de O Rei Leão (The Lion King) e chefe de história de Mulan – foi o autor do argumento original do filme. DeBlois, que havia trabalhado anteriormente em parceria com Sanders como co-chefe de história de Mulan, contribuiu para o projeto com sua experiência como artista de história e de layout.

Lilo & Stitch é o segundo longa-metragem a ser produzido nos estúdios Disney da Flórida. Todos os aspectos da produção, com exceção da colorização digital empregando o sistema CAPS premiado com o Oscar®, ficaram a cargo da equipe de 300 artistas, animadores e técnicos baseados na divisão de animação do estúdio, a Walt Disney Feature Animation, da Flórida.

O desenhista de produção, Paul Felix, o diretor de arte, Ric Sluiter, e o supervisor de cenários, Bob Stanton, ajudaram os diretores a materializar sua visão artística nas telas. Os desenhos originais de Sanders sugeriam o uso da técnica de aquarela e Sluiter logo percebeu que o estilo esfumaçado desta técnica de pintura seria o melhor para registrar a luminosidade, a vegetação luxuriante e a exuberância das ilhas.

Viagem ao Havaí e o conceito de O´hana



Os cineastas e um grupo de supervisores artísticos fizeram uma excursão a campo para registrar a incrível beleza natural das paisagens tropicais do arquipélago havaiano presente no filme. Sanders, DeBlois, o diretor de arte Sluiter, o supervisor de cenários Stanton, o animador Andreas Deja e vários outros membros da equipe, pegaram suas câmeras, pincéis e blocos de desenho e viajaram ao Havaí para duas semanas de estudos. A maior parte da visita foi passada na ilha de Kauai, onde a equipe fez mergulhos submarinos de baixa e alta profundidade, surfou e visitou locais como Hanalei, Hanapepe, a Costa Napali, Princeville e Ke’e Beach.

Talvez a maior herança que os cineastas levaram de sua expedição à ilha tenha sido o conceito de “o’hana” – uma filosofia de união da família que é muito respeitada pela população local. Sanders relembra: “Antes de irmos ao Havaí, havíamos ouvido falar na “o’hana”, mas só percebemos sua importância quando estivemos lá. Por toda parte aonde íamos, havia um senso de comunidade e família que ia muito além do grupo familiar de sangue. Todos eram super simpáticos e essa simpatia parecia fazer parte da mentalidade havaiana.



Origens do projeto: Um ponto no tempo



Chris Sanders começou a pensar num personagem como Stitch há quase 17 anos, quando havia acabado de concluir seus estudos e trabalhava em seu primeiro projeto de animação. Ele desenhou uma criatura monstruosa e começou a bolar várias histórias diferentes envolvendo o personagem. Ele foi desenvolvendo o personagem ao longo de vários anos, enquanto continuava à procura do veículo ideal no qual pudesse aproveitá-lo.
“Em 1985”, relembra Sanders, “fiz um desenho de Stitch na forma em que ele então se encontrava na minha cabeça. Após trabalhar algum tempo na história, cheguei a um impasse e deixei o projeto de lado. Anos depois, enquanto trabalhava no roteiro de Mulan, voltei a pensar nele. Na primeiras versões, Lilo não existia e Stitch não era um ser alienígena, e sim uma aberração que ignorava suas origens. Era uma anomalia e vivia sozinho numa floresta.

O produtor Clark Spencer relembra que “o filme originalmente iria se passar no Kansas porque é um estado pouco habitado e isso era perfeito para a ambientação da trama. Mais ou menos nessa fase do desenvolvimento visual do filme, Chris tinha uma viagem planejada ao Havaí. Ao estudar o mapa do arquipélago, ele visualizou o conjunto de ilhas cercadas por um oceano de um azul intenso. E pensou: ‘O Havaí é um área bem isolada e seria um cenário fantástico para o filme.’

Muitos filmes recentes se concentraram sobre as maravilhas técnicas, buscando extrapolar os limites da tecnologia da animação, mas decidimos deixar isso um pouco de lado nos concentrando no desenvolvimento dos personagens e sua relações. Queríamos pôr o pé no freio e acabar com as cenas épicas ou de multidões para nos concentrarmos nesses dois personagens protagonistas e no modo como interagem”.
E Sanders acrescenta, “Também quisemos romper com algumas convenções narrativas. Desde o início da produção, havíamos decidido deixar de lado os conceitos tradicionais de “bem” e “mal”. Eles funcionam bem em fábulas infantis, mas queríamos que nosso filme tivesse um apelo diferente. Nossos personagens têm mais ‘áreas cinzentas’. Eles possuem todas as fraquezas humanas. Lilo, Stitch e Nani não são em 100% bons nem maus. Eles têm todas as características humanas intrínsecas. O resultado foi uma interação interessante e sofisticada entre os personagens. Eles podem dizer ou fazer coisas das quais se arrependam futuramente, mas nenhum deles é realmente mal. Cobra Bubbles é um ótimo exemplo de um personagem bastante complexo. Ele representa a maior ameaça à união de Lilo com sua irmã, mas o público percebe que ele não está querendo separar essa família por maldade ou com más intenções. Ele está simplesmente fazendo seu trabalho. Ficamos orgulhosos em constatar que o filme tem um forte apelo emocional por trás de sua mensagem aparentemente despretensiosa.”

Dubladores curiosos:



Dois dubladores americanos de Lilo & Stitch me chamaram muita atenção. O primeiro é o próprio diretor do filme que faz a voz de Stitch, e o segundo é a garotinha Daveigh Chase que faz Lilo e também a voz de Chihiro na versão americana de Spirited Away (Sen to Chihiro no Kamikakushi).

CHRIS SANDERS

(Diretor/Roteirista/Dublador de Stitch) faz sua estréia diretorial em Lilo & Stitch, após uma carreira consagrada na animação como artista, designer e supervisor de história. Ele foi o autor do argumento original de Lilo & Stitch e guiou-o ao longo de todas as suas fases de criação e transposição dos storyboards ao filme na tela, como roteirista e diretor (em parceria Dean DeBlois). Exibindo outra faceta de seu talento, Sanders também dubla a voz do travesso astro alienígena do filme, Stitch.

DAVEIGH CHASE

(Lilo) confere excentricidade, personalidade e uma ampla gama de emoções à personagem-título do filme, uma solitária menininha havaiana. Atualmente com 11 anos, a jovem atriz e cantora fez seu primeiro teste de elenco para o papel aos oito anos.
“Fiquei muito feliz de ser escalada para o papel”, relembra Chase. “Adoro animação e um dos meus sonhos era dublar uma personagem animada! Lilo & Stitch é um filme maravilhoso e eu me diverti muito com esse trabalho. Chris e Dean sempre discutiam as seqüências comigo antes das gravações e assim eu formava uma idéia da cena na minha cabeça. Eles me deixaram dar sugestões de como Lilo falaria, já que eu e a personagem tínhamos quase a mesma idade. Achei ótimo trabalhar com os diretores e todos nós nos divertimos muito.”
“A primeira vez que vi Lilo e ouvi minha voz saindo da boca da personagem achei meio estranho – e bacana ao mesmo tempo. Ela tem até algumas das minhas expressões. Vai ser muito legal ver o filme sem contar a ninguém que eu faço a voz de Lilo, e ver como as pessoas reagem. Acho que muita gente – especialmente as crianças – vão se identificar com Lilo, porque ela é muito realista. E fofa!”
Chase é uma criança bastante ocupada. Além do papel de Lilo, já possui uma lista bastante longa de créditos como dubladora. Recentemente, estrelou no papel de Chihiro a versão inglesa do grande sucesso de animação do cinema japonês, Spirited Away de Miyazaki. O longa foi o lançamento de maior sucesso da história do cinema japonês e, no outono norte-americano, será lançado numa versão em língua inglesa pela Disney (com John Lasseter,da Pixar, como consultor de criação).

Amigo famoso é f...
Eduardo Müller e a BMW:


Olha o que eu recebi...

"A agência de publicidade "Ringswei", de Hamburgo na Alemanha, é responsável por algumas campanhas da BMW, e no momento eles estão promovendo o lançamento de um novo carro, chamado "Minicar". Ele lembra um coupé, mas no estilo dos carros 1000, tipo um gol.

Bom, integrando a campanha de lançamento, estará sendo lançado também um calendário, que vem com o trabalho de 13 ilustradores do mundo todo.
Bom, como podem imaginar, fui um dos convidados (responsável pela ilustração de março), sendo o único a trabalhar no estilo mangá!!
Para ver a imagem em um tamanho maior é só clicar, o acabamento de retículas foi feito por Salvatora Aiala. As fotos do carro foram enviadas pela agência, e com isso tivemos a idéia dessa "colagem". Mas a imagem está em baixa resolução, então as fotos ficaram bem distorcidas.
Espero que gostem do resultado, foi uma correria fazer esse trabalho, e ainda tive que agüentar provocação de alemão ao telefone, por causa da final da copa.
Mas quem ganhou foi a gente.... eheheh"



Eduardo Müller e site AnimeStation:



"Estreou o site da Anime Station, grupo que vêm organizando exibições de anime e eventos pelo Brasil, e está lançando seu portal.
Fui convidado para ser um dos colunistas, onde eu dou dicas para novos desenhistas entrarem no mercado. Mas não são dicas de desenho, do tipo: "faça uma bolinha e mais uns traços e você tem um rosto"... Não, são dicas mais "cabeça", sobre como entender as relações entre profissionais dentro de um mercado, essas coisas.
Aí vai o endereço do site: http://www.animestation.com.br/"


Vai lá que esse cara entende da coisa!




Maratona de imprensa: Horácio e Homens de Preto 2
Hoje bati perna por São Paulo para conferir as novidades



Saí de casa de manhã com alguns objetivos na cabeça: ir a até a coletiva de imprensa de Maurício de Sousa e a assistir ao filme Homens de Preto 2.
A coletiva de imprensa do criador da Turma da Mônica, rolou em uma produtora de São Paulo e mostrou algumas novidades sobre os novos desenhos animados de Maurício de Sousa. Este ano será re-lançado em alguns cinemas do Brasil, As novas aventuras da Turma da Mônica de 1982. Junto com o filme virão as novas vinhetas do Horácio, que foram criadas em computação gráfica. Muitas novidades marcaram a coletiva que você confere amanhã, porque hoje eu tô um trapo.
Depois da coletiva fui assistir Homens de Preto 2, mas me recuso a fazer qualquer comentário, antes do review que vou fazer quando o lançamento (12 de julho) estiver próximo. Só pra vocês terem uma idéia, eu assisti o filme junto com o Rubens Ewald Filho, e o cara ria pra KCT! Então pode ter certeza que vem coisa muito boa por aí.
Essa semana tenho que fazer os reviews de Cáculo Mortal, thriller fraquinho com Sandra Bullock, e também da nova animação da Disney, Lilo & Stitch.